quinta-feira, 1 de novembro de 2012

morte e vida;

Cajueiros e coqueiros, com mais de 70 aos de idade, plantados na várzea do rio Temporário no Agreste RN, com alta produção, mostrando está bem servido naturalmente de água, nutrientes, luz solar e gases atmosféricos;

morte e vida;

Cacimbão escavado na várzea de rio temporário no agreste RN, tolerável para irrigação de diversas fruteiras e hortaliças; O lençol de água subterrânea é extenso, a partir do 5m de profundidade, podendo chegar a 100m de espessura.

morte e vida;

Cacimbão escavado na várzea de um rio temporário no município de Rui Barbosa, agreste RN, com um sistema de catavento para extrair (por sucção do movimento na bomba) a água no lençol de água para o gado beber e para (se desejar) irrigação de capim, coqueiros, mangueiras, cajueiros; a salinidade é muito baixo, podendo, se necessário, ser empregada no abastecimento doméstico; A água é abundante;

morte e vida;

Várzea de um rio temporário, no agreste RN, afluente do rio Potengi, a 90 km do Mar na direção "NE", vendo-se ao fundo uma vegetação verde exuberante; trata-se de cajueiros e coqueiros; A várzea é solo arenoso profundo, com grande fertilidade, e com um lençol de água subterrânea abundante, a partir de 5m de profundidade, ligeiramente salobra, mas tolerável por cajueiros, mangueiras, goiabeiras, coqueiros, capins diversos, mas particularmente utilizada na estação chuvosa para o plantio de milho e feijão;

morte e vida;

Cerrado com vestígio de vida junto ao riacho temporário que armazena água, durante as enchentes, na areia do leito, lençol freático co água salobra tolerável por algumas plantas - coqueiros, capim;

morte e vida;

Cerrado; no meio da visão (da foto) um riacho temporário, no pé da serra, mostra vestígio de vida - capim plantado na época das chuvas, ração para o gado no verão.

morte e vida norte rriograndenses;

A fotografia, de cima da parede do açude Capo Grande, mostra atrás da parede do açude, vendo-se ao longe um bairro da cidade São P. do Potengi; co vegetação verde, particularmente coqueiros e capim elefante, bem adaptados à água salobra do açude; mas essa água não pode ser colocada no corpo da planta, mas tão somente junto ao tronco (irrigação) umedecendo o solo.