sábado, 5 de janeiro de 2013

Educação ambiental científica.

Caatinga no sertão de Angicos(RN) vendo-se a vegetação em estado natural da vegetação (não há desmatamento na caatinga - não há o que se desmatar na caatinga) e do terreno (subsolo - não tem solo); a caatinga é o semiárido natural do NE, e é semiárido por que não tem solo de sedimentação; a caatinga é uma infinidade de CLAREIRAS com 2 a 8km², que somam 250.000km² nos Estados PI-CE-RN-PB-PE-AL-SE-BA, inseridas no sertão nordestino que tem 500.000 km² . no Maranhão não tem caatinga, mas tem sertão; sertão significa lugar longe do Mar, longe do litoral. Para os colonizadores do RN, Macaíba que estar a 20km do Mar seria sertão; 85% o território brasileiro são sertões longe do Mar; a caatinga é o semiárido natural do NE, mas o semiárido nordestino tem, hoje, 900.000km², e portanto 650.000km² de semiárido artificial criado pela agropecuária paleolítica, nos últimos 300 anos; o semiárido artificial nordestino tem uma CAUSA - desmatamento bestial, com fogo, e DESTA criaram-se os efeitos: 1) redução na oferta de chuvas; 2)eliminação do solo agrícola dos cerrados do sertão; 3) aumento da temperatura; 4) aumento da evaporação da (pouca) água do chão,  dos corpos de animais e vegetais;5) eliminação da flora e da fauna; 6) criou o vento seco, doidão que tira água dos açudes, do chão, dos corpos de animais e vegetais; 7) modificou a reflexão e incidência da luz solar; 8) criou o nitrato de sódio que saliniza o solo e a água; 9)favorece o surgimento de pragas e doenças nas plantas, na  fauna e no Homem.

Educação ambiental científico.

Caatinga no sertão de Santana do Matos-RN; Caatinga é uma palavra indígena local que significa "clareira" onde as plantas estão muito dispersas e não passam de 3 metros de altura, quando adultas; a caatinga é semiárido por falta ou escassez de solo de sedimentação para armazenar água das chuvas e para o desenvolvimento de raízes das árvores; o terreno da caatinga (que se ver na fotografia) é o subsolo rígido coberto de pedras miúdas, cortantes, irregulares, e lajedos (não tem solo); a vegetação da caatinga são arbustos pereiro, marmeleiro, velame, jurema(que não passa de 3m de altura), xiquexique, coroa-de-frade, palmatória, macambira. A única árvore da caatinga é  a favela (em os Sertões de Euclides da Cunha, sertão de Canudos, Bahia) que não é nordestina; foi trazida para o semiárido provavelmente por acidente, com os primeiros escravos africanos; é da família da seringueira, e produz uma semente (4 semente em cada coco) saborosíssima, que produz óleo de cozinha. A caatinga só existe no sertão nordestino, e portanto não existe caatinga no agreste, zona da mata, nordeste amazônico, litoral; as plantas da caatinga nascem no agreste, mas o agreste é terreno e vegetação de cerrado. o sertão nordestino também tem solo e vegetação de cerrado.

Educação ambiental científica.

Lagoa da Capivara, vazia, no agreste RN, que cobre (com a água) uma área de de 20 hectares, que armazena água diretamente das nuvens (não há rio ou riacho), vendo-se um cinturão de vegetação (de cerrado)em torno da lagoa, o que reduz, como é natural,  a evaporação da água; em 2.012 o volume de chuvas, na área, foi de 150 litros de água das chuvas por metro quadrado; 20 hectares (área da lagoa) são 20x10.000= 200.000m², que teria recebido 200.000 x 150=30 milhões de litros de água,ou 30.000 de m³; se cada pessoa necessita de 20 m³ de água por ano, os 30.000 m³ daria para abastecer uma população de  1.500 pessoas; enquanto isto os 150mm de chuvas precipitadas em 2.012, na área, de janeiro a junho, aconteceram em precipitações menor que 10mm, distanciadas uma da outra em até 20 dias, de modo que o terreno do leito lagoa permaneceu seco o tempo todo. Isto mostra que para se extirpar a seca nordestina basta captar e armazenar, racionalmente a água das chuvas, lembrando que inverno de 150mm é raríssimo no semiárido, onde o inverno é de 600L/m².

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Educação ambiental científica.

A 3 km da cidade de Riachuelo-RN, o leito do Riacho que deu o nome ao Município; secou até o esgoto putrefato que escorria ou empoçava aqui. no meio do riacho morto a argila rachada pelo calor do Sol, da cor de cinza, mostrando o nível de contaminação a que está submetido o Riachuelo; nas margens a grama verde chamada pirrichil, constituída e alimentada pelo salitre do solo - nitrato de sódio criado pela agressão ambiental: ácido nítrico + derivados de madeira incinerada, Tudo a ver com o desmatamento bestial com fogo; nessa área só algaroba, árvore absolutamente agressiva ao ambiente, e por isto adaptada ao caos ambiental, e  a pirrichil que sobrevive exclusivamente em solo salinizado, o que significa dizer que não existia antes do Homem criar o salitre; o nitrato de sódio é um sal que saliniza também a água.

Educação ambiental científica.

O caos ambiental, no NE; na fotografia uma planta importada há dezenas de anos nos desertos da América do Sul ( desertos dos USA) para alimentar o gado do semiárido NE no tempo da seca; como se pode ver, a palma atingiu uma condição de incompatibilidade ambiental no SA/NE, tanto por doenças, como por falta de água DOCE das chuvas; O ciclo de destruição está se fechando; o que a comunidade científica apresentou ao longo de 300 anos como solução para a seca, só agrava o problema, mesmo por que a seca no NE é, como temos mostrado exaustivamente em dsoriedem.blogspot.com  CULTURAL.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Educação ambiental ceintífica.

à 3km da cidade de Riachuelo, o leito do Riachuelo já sem os poços do esgoto; a carcaça da vaca e do urubu não foi causada pela falta do esgoto para beber, mas exatamente por ter bebido o lixo putrefato; é provável a seguinte cena:  a vaca bebeu o lixo putrefato do Riachuelo, e por estar desnutrida (falta de alimentos), os diversos elementos que compõem o esgoto favoreceram a sua morte. O urubu comeu a carne contaminada da vaca, e também morreu; provavelmente o pobre urubu já estava muito velho, fraco, de modo que os ingredientes do lixo-líquido do Riachuelo favoreceu o óbito; Assim caminha o NE até o FIM. É o ciclo da morte.

Educação ambiental científica.

Ás margens do Riachuelo o principal açude da centenária fazenda São João, vendo-se a casa da fazenda no fundo. Em postagens anteriores vivos o gado desta fazenda, e a fauna ingerindo o lixo putrefato do Riachuelo; se fizéssemos uma retrospectiva no tempo, retrocedendo ao Século XIX quando o primeiro Homem se estabeleceu no local para fundar a fazenda, em pauta, quando teve de construir açudes que pudessem fornecer água para o USO, para o gado beber, e até para plantar ração (capim) do gado, batata doce, feijão macassar, jerimum, no verão de até 10 meses,  nas  vazantes - à medida que o nível da represa do açude vai baixando, o terreno fica úmido suficiente para o cultivo dessas lavouras; Mas, pasmem! Naquele tempo cavava-se cacimbas no leito do Riachuelo (agora destruído) para o abastecimento urbano e para o gado beber, ligeiramente salobra; Aí o Homem foi desmatando, desMATANDO com fogo, destruindo o solo de Cerrado, criando o salitre nas várzeas férteis, e mudou o clima para pior, inclusive modificando a oferta de chuvas: no tempo de La ñina as enchentes destroem tudo; no tempo de El ñino a oferta de chuvas foi reduzida de 300L/m² para 150L/m²; De fato, o Homem um ser estranho na Natureza; sua inteligência só funciona para o mal, para a destruição de si mesmo e de todas as formas de vida.