terça-feira, 25 de março de 2014
Educação ambiental.
Outro barreiro trincheira, do governo federal, no semiárido, fotografado nesta data; a coisa prolifera por todo o NE, já que as empresas donas das máquinas, retroescavadeiras, empregadas nessa obra, tem todo interesse de ganhar o dinheiro pelo serviço, mas é inacreditável que um ser Humano consciente possa aceitar que essas obras resolvem o problema da escassez de água; para cavar esse buraco retangular de 12 x 4 x 3 de 144 m³ o empresário das máquinas cobra 5 mil reais do governo; para cavar o barreiro trincheira, normalmente nas terras dos assentamentos do INCRA, o empresário tem de pagar propina para: 1) Emater,ou para a secretaria de agricultura, que indica aos órgãos o governo federal a necessidade da obra; 2) paga propina aos dirigentes dos sindicatos rurais, locais, que é o órgão indicado pelo governo federal para fiscalizar a obra; 3) paga propina aos dirigentes das associações dos assentamentos do INCRA, porém é a ASA (articulação do semiárido), autora dessa ideia de jericos, quem mais se beneficia com essa sacanagem; quer dizer: é uma antro de corruptos sugando as riquezas do nosso País, aproveitando-se da fatídica, maldita seca cultural nordestina.
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