sexta-feira, 21 de março de 2014

Educação ambiental.

O ambiente preto, queimado pelo Sol castigante, no agreste RN, certamente contrasta com a água do açude; na realidade a água é SALGADA, imprópria para irrigação de plantas, mas é a única para o gado da fazenda beber, que certamente é prejudicial; nenhum tipo de legumes, cereais, hortaliças poderia ser irrigado com água salgada, que só seria útil no Oceano. Quando há 30 (ou mais) anos  o açude foi construído a água, recebida das chuvas, pelo riacho,  era doce; com as agressões ambientais aumentou a porcentagem de cloreto de sódio na flor da terra, e criou-se, artificialmente, o nitrato de sódio; dois sais que salinizam o solo e a água. A melhor medida seria abrir a parede do açude para que na época das chuvas a água arrastasse esse sal para o Mar; a bacia hidrográfica deveria ser UTILIZADA para captar-se e armazenar-se água das chuvas, diretamente das nuvens, sem contaminação, sem perda, sem fuga, para o abastecimento urbano e para a produção de alimentos; Os 400 mm de chuvas esperados para essa área do agreste RN em 2.014 são quatrocentos milhões de litros de água precipitados por km²; em 2 km² poderia-se captar e armazenar água suficiente para se irrigar capim, o ano inteiro, para alimentar 500 cabeças de gado bovino, um plantel 10  vezes maior do que o gado da fazenda, na época das chuvas (somente) com alimento (pasto) e água.

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