segunda-feira, 24 de março de 2014
Educação ambiental.
Açude campo grande, no rio Potengi, no agreste RN, vendo-se ilhas e troncos secos de árvores que estiveram submersos desde que o açude encheu pela primeira vez em 1.985; o rio Potengi nasce na serra de Santana, município de Cerro-Corá-RN e tem a foz, a 176 km, em Natal-RN; nasce no sertão, atravessa parte do sertão, o agreste, a zona da mata RN, e os 10 km característicos de litoral, no caso os mangues entre Natal e Macaíba. O rio Potengi que deu o nome à capitania, à província e ao Estado RN, está morto, não só por não ter água corrento no seu leito, por até 5 anos (com tendência aumentar a secura), mas por que a partir do açude campo grande, até à foz, é a maior fossa de esgotos e lixos do RN; a cidade de São Paulo do Potengi, que demagogicamente é conhecida como capital do Potengi, despeja todos seus esgotos diretamente no leio seco do rio, que tem uma camada de areia com mais de 10 de espessura que absorve todo material do esgoto, mas com as chuvas aumenta a infiltração da água da chuva na camada de areia, que, saturada, o lixo-liquido aflora, formando um filete que escorre na superfície; é um espetáculo dantesco, com uma fedentina insuportável na capital do Potengi, e nas cidades de Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal, mas também em Macaíba cortada por afluentes (de esgotos) do rio Potengi; é uma amor sem limite da população norte riograndense (do interior do RN) e potiguar (da grande natal) com seu rio grande do norte.
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