2)Problemas
e soluções ambientais. Esgoto, saneamento.
Nos
Veredictos 10 e 11 mostramos, nesta seção 2, que a Capital do RN – Natal está
consumindo água subterrânea contaminada com materiais putrefatos nas fossas de
excrementos; que 99% da população da grande Natal ignoram o problema; que até o
ano 2.020 acaba toda água doce, potável que abastece a Grande Natal; que não há
tratamento que possa transformar esse líquido em água, particularmente devido à
presença das drogas da “limpeza”. Com a divulgação dos Veredictos 10, 11 e 12
entre 20 pessoas dessa Cidade, inclusive com autoridades políticas, toda
população deveria ser informada, porque nos próximos 20 anos teremos muitas
doenças (algumas desconhecidas) geradas nessa imundícia.
Saneamento
significa “sanar”, resolver o problema do armazenamento dos excrementos humanos
nas fossas, nos canais, nos rios, no Mar. Qual é o problema de se armazenar
excrementos humanos: a concentração de excrementos, grande volume de massa
putrefata, dificulta a absorção do material para integração ao ambiente –
reintrodução na Natureza; ao persistir o processo de armazenamento cria-se as
condições para a difusão no Ar atmosférico(no vento), na água e no chão;
favorece o desenvolvimento de colônia de ratos e baratas, animais com grande
poder de reprodução, migração e potencialmente transmissores de doenças para o homem.O chamado “tratamento” de esgoto no
Brasil simplesmente não existe.
O
lixo doméstico também é favorável à geração dos mesmos problemas dos
excrementos armazenados, mas tem uma agravante, não há como integrar, à
Natureza, materiais plásticos e peças de alumínio, ferro; fazer esgotos para os
excrementos e criar aterros sanitários e lixões para os plásticos, papéis e
metais é analfabetismo científico – instintivamente a humanidade está
arquitetando o seu fim (extinção) – é só uma questão de tempo, digamos, mais 200
anos.
O
material orgânico de origem vegetal e animal deve ser reintroduzido na Natureza
– do pó ao pó; o lixo inorgânico – plástico, metal, tem de ser reciclado
totalmente; o papel e papelão têm origem vegetal, porém na fabricação desse
material empregam-se drogas nocivas à vida que, desintegradas do papel, pelas
intempéries (ou no chão) introduzem essas drogas estranhas no Ar, no chão e na
água; os papéis higiênicos, usados na higiene, devem ser incorporados ao chão,
já que diferente dos outros papéis (e papelão) não tem ácidos e corrosivos na
sua fabricação.O vidro pode ser enterrado, já que é fabricado basicamente com
material da Natureza, não se desintegra (como se fosse uma pedra)facilmente,
não é estranho no “meio”.
O
Homem utiliza, por dia, 50 litros de água doce nas atividades domésticas, porém
o homem da cidade (cidadão?) usa mais 80 litros de água doce nas “descargas” do
vaso sanitário, mictório, bidê. Significa dizer que o consumo, uso, gasto, é destruição de mais de 100 litros de água doce,
por pessoa/dia. Mesmo que esse material vá, finalmente para o Mar de água
salgada (cloro+sódio e outros), tem as drogas da “limpeza” que não se integram
à água salgada, e normalmente são lançadas, pelas ondas e maré na areia da
praia. Os minerais da areia e a luz solar intensa (luminosidade e calor) têm as
condições necessárias para criarem, com as drogas da limpeza, metais e gases
nocivos ao homem.
As
cidades litorâneas que tem esgotos (não é o caso de Natal-RN) deveriam utilizar
água doce em algumas atividades domésticas e usarem água salgada (do Mar) em
outras atividades: 47 litros de água doce para um banho e para lavar a roupa e
a louça; água salgada, à vontade, para (mais) um banho, para lavar o piso, pia
e para as descargas do sanitário, mictório, bidê, lembrando que nos 2 casos não
se pode usar as drogas da limpeza, pois os microorganismos existentes na água
salgada não tem ação nas terras emersas(na vida de água doce); quanto aos
animais e vegetais(algas, caravelas) da água do Mar, pode-se eliminá-los com
uma simples filtragem. As atividades domésticas (lavagem) desenvolvidas com
água doce podem ser complementadas (a limpeza) com sabão neutro e essa água
(doce) armazenada no tanque poderia receber uma dose de CAL, digamos 1kg de cal
para 100m³ de água armazenada, tratamento total, reduzindo a acidez da água.
Se
for uma cidade fora do litoral os excrementos devem ser incorporados (sem as
drogas da limpeza) ao solo agrícola, porém acrescentando-se 1kg de cal para
cada metro cúbico de solução (água+excrementos); nessa “solução” haverá também
os dejetos – restos de alimentos e lavagem da louça das refeições.
Sugerimos
10m³ desse material para um hectare de terras. Como estamos no semiárido, onde
80% da água dos reservatórios (açudes e barragens) e subterrânea ficou salgada
por causa da união eletrovalente do cloro e sódio da terra, as atividades
domésticas teriam 50
litros de água doce e 50 litros de água
salobra, como foi explicado para o caso das cidades litorâneas, completada a
higiene com sabão neutro; essa “solução”, com água doce, poderia ser empregada
na irrigação do solo agrícola, antes da plantação, e com a mesma dose de cal
sugerida nos outros casos – 1kg de cal por m³ de solução, o solo estaria isento
de salinização(salitre). No caso de já haver lavoura (plantação) na área a
“solução” seria lançada sob pressão, no Ar, por espargidores, de modo que os
componentes do Ar participariam da integração desses materiais no ambiente, uma
distribuição homogênea.
Nas cidades e no campo do semiárido os
excrementos são depositados em fossas (não há saneamento), mas se o semiárido
tem solo e subsolo impermeáveis, não há fuga (infiltração) para baixo e não há
evaporação (a fossa é tampada); uma residência com 10 pessoas produz 1m³ dessa
“solução” por dia, suficiente para irrigar um hectare de terras (mantendo a
umidade e adubação); Isto representa uma boa solução para a escassez de chuvas
na agricultura, lembrando que para se produzir o alimento das 3 refeições de
uma pessoa, por dia, são necessários(no clima do semiárido) 500ª 700 litros de
água doce; para se produzir - criar e manter o “pasto” de uma vaca, por dia,
são 700 a 1.000 litros de água doce, dependendo da ração, ambiente, clima,
lembrando que são variáveis no semi-árido NE, isto para aumentar 300g de massa
corpórea, por dia.
Essa
mudança de comportamento com relação às Leis da Natureza no semiárido é
imprescindível para se manter o Nordeste vivo, e certamente seria modelo para
todo o Planeta Terra.
O
aterro sanitário é a melhor forma que o Homo Sapiens encontrou para armazenar
seu lixo estranho, para, na posteridade, usufruir os seus malefícios; o homem
“enterra” (no Atêrro) o que lhe é prejudicial, agora, para ter de volta todas
as mazelas do seu lixo; O Homem ainda ignora que seu corpo é barro, terra, chão
– não há como agredir um deles sem afetar o outro; pobre diabo!
Metais,
plástico, papéis são desintegrados pelos minerais e ácidos naturais da terra,
porém os componentes desses materiais são “estranhos” no solo e na água, são
altamente concentrados e mesmo na dispersão criariam gases, ácidos e minérios
altamente destrutivos.
Conclusão:
É preciso evoluir, com ciência, para não morrer à míngua, por ignorância.
Para
o caso de Natal-RN, cidade litorânea, sem esgoto, há uma solução: as fossas
putrefatas devem ser construídas com paredes de alvenaria nas laterais e no
fundo, evitando assim a fuga do material das fossas para os lençóis
subterrâneos de água potável. Como há muita água doce
2)Problemas
e soluções ambientais. Esgoto, saneamento.
Nos
Veredictos 10 e 11 mostramos, nesta seção 2, que a Capital do RN – Natal está
consumindo água subterrânea contaminada com materiais putrefatos nas fossas de
excrementos; que 99% da população da grande Natal ignoram o problema; que até o
ano 2.020 acaba toda água doce, potável que abastece a Grande Natal; que não há
tratamento que possa transformar esse líquido em água, particularmente devido à
presença das drogas da “limpeza”. Com a divulgação dos Veredictos 10, 11 e 12
entre 20 pessoas dessa Cidade, inclusive com autoridades políticas, toda
população deveria ser informada, porque nos próximos 20 anos teremos muitas
doenças (algumas desconhecidas) geradas nessa imundícia.
Saneamento
significa “sanar”, resolver o problema do armazenamento dos excrementos humanos
nas fossas, nos canais, nos rios, no Mar. Qual é o problema de se armazenar
excrementos humanos: a concentração de excrementos, grande volume de massa
putrefata, dificulta a absorção do material para integração ao ambiente –
reintrodução na Natureza; ao persistir o processo de armazenamento cria-se as
condições para a difusão no Ar atmosférico(no vento), na água e no chão;
favorece o desenvolvimento de colônia de ratos e baratas, animais com grande
poder de reprodução, migração e potencialmente transmissores de doenças para o homem.O chamado “tratamento” de esgoto no
Brasil simplesmente não existe.
O
lixo doméstico também é favorável à geração dos mesmos problemas dos
excrementos armazenados, mas tem uma agravante, não há como integrar, à
Natureza, materiais plásticos e peças de alumínio, ferro; fazer esgotos para os
excrementos e criar aterros sanitários e lixões para os plásticos, papéis e
metais é analfabetismo científico – instintivamente a humanidade está
arquitetando o seu fim (extinção) – é só uma questão de tempo, digamos, mais 200
anos.
O
material orgânico de origem vegetal e animal deve ser reintroduzido na Natureza
– do pó ao pó; o lixo inorgânico – plástico, metal, tem de ser reciclado
totalmente; o papel e papelão têm origem vegetal, porém na fabricação desse
material empregam-se drogas nocivas à vida que, desintegradas do papel, pelas
intempéries (ou no chão) introduzem essas drogas estranhas no Ar, no chão e na
água; os papéis higiênicos, usados na higiene, devem ser incorporados ao chão,
já que diferente dos outros papéis (e papelão) não tem ácidos e corrosivos na
sua fabricação.O vidro pode ser enterrado, já que é fabricado basicamente com
material da Natureza, não se desintegra (como se fosse uma pedra)facilmente,
não é estranho no “meio”.
O
Homem utiliza, por dia, 50 litros de água doce nas atividades domésticas, porém
o homem da cidade (cidadão?) usa mais 80 litros de água doce nas “descargas” do
vaso sanitário, mictório, bidê. Significa dizer que o consumo, uso, gasto, é destruição de mais de 100 litros de água doce,
por pessoa/dia. Mesmo que esse material vá, finalmente para o Mar de água
salgada (cloro+sódio e outros), tem as drogas da “limpeza” que não se integram
à água salgada, e normalmente são lançadas, pelas ondas e maré na areia da
praia. Os minerais da areia e a luz solar intensa (luminosidade e calor) têm as
condições necessárias para criarem, com as drogas da limpeza, metais e gases
nocivos ao homem.
As
cidades litorâneas que tem esgotos (não é o caso de Natal-RN) deveriam utilizar
água doce em algumas atividades domésticas e usarem água salgada (do Mar) em
outras atividades: 47 litros de água doce para um banho e para lavar a roupa e
a louça; água salgada, à vontade, para (mais) um banho, para lavar o piso, pia
e para as descargas do sanitário, mictório, bidê, lembrando que nos 2 casos não
se pode usar as drogas da limpeza, pois os microrganismos existentes na água
salgada não tem ação nas terras emersas(na vida de água doce); quanto aos
animais e vegetais(algas, caravelas) da água do Mar, pode-se eliminá-los com
uma simples filtragem. As atividades domésticas (lavagem) desenvolvidas com
água doce podem ser complementadas (a limpeza) com sabão neutro e essa água
(doce) armazenada no tanque poderia receber uma dose de CAL, digamos 1kg de cal
para 100m³ de água armazenada, tratamento total, reduzindo a acidez da água.
Se
for uma cidade fora do litoral os excrementos devem ser incorporados (sem as
drogas da limpeza) ao solo agrícola, porém acrescentando-se 1kg de cal para
cada metro cúbico de solução (água+excrementos); nessa “solução” haverá também
os dejetos – restos de alimentos e lavagem da louça das refeições.
Sugerimos
10m³ desse material para um hectare de terras. Como estamos no semiárido, onde
80% da água dos reservatórios (açudes e barragens) e subterrânea ficou salgada
por causa da união eletrovalente do cloro e sódio da terra, as atividades
domésticas teriam 50
litros de água doce e 50 litros de água
salobra, como foi explicado para o caso das cidades litorâneas, completada a
higiene com sabão neutro; essa “solução”, com água doce, poderia ser empregada
na irrigação do solo agrícola, antes da plantação, e com a mesma dose de cal
sugerida nos outros casos – 1kg de cal por m³ de solução, o solo estaria isento
de salinização(salitre). No caso de já haver lavoura (plantação) na área a
“solução” seria lançada sob pressão, no Ar, por espargidores, de modo que os
componentes do Ar participariam da integração desses materiais no ambiente, uma
distribuição homogênea.
Nas cidades e no campo do semiárido os
excrementos são depositados em fossas (não há saneamento), mas se o semiárido
tem solo e subsolo impermeáveis, não há fuga (infiltração) para baixo e não há
evaporação (a fossa é tampada); uma residência com 10 pessoas produz 1m³ dessa
“solução” por dia, suficiente para irrigar um hectare de terras (mantendo a
umidade e adubação); Isto representa uma boa solução para a escassez de chuvas
na agricultura, lembrando que para se produzir o alimento das 3 refeições de
uma pessoa, por dia, são necessários(no clima do semiárido) 500ª 700 litros de
água doce; para se produzir - criar e manter o “pasto” de uma vaca, por dia,
são 700 a 1.000 litros de água doce, dependendo da ração, ambiente, clima,
lembrando que são variáveis no semi-árido NE, isto para aumentar 300g de massa
corpórea, por dia.
Essa
mudança de comportamento com relação às Leis da Natureza no semiárido é
imprescindível para se manter o Nordeste vivo, e certamente seria modelo para
todo o Planeta Terra.
O
aterro sanitário é a melhor forma que o Homo Sapiens encontrou para armazenar
seu lixo estranho, para, na posteridade, usufruir os seus malefícios; o homem
“enterra” (no Atêrro) o que lhe é prejudicial, agora, para ter de volta todas
as mazelas do seu lixo; O Homem ainda ignora que seu corpo é barro, terra, chão
– não há como agredir um deles sem afetar o outro; pobre diabo!
Metais,
plástico, papéis são desintegrados pelos minerais e ácidos naturais da terra,
porém os componentes desses materiais são “estranhos” no solo e na água, são
altamente concentrados e mesmo na dispersão criariam gases, ácidos e minérios
altamente destrutivos.
Conclusão:
É preciso evoluir, com ciência, para não morrer à míngua, por ignorância.
Para
o caso de Natal-RN, cidade litorânea, sem esgoto, há uma solução:
subterrânea
em Natal (devido a oferta de chuvas e por conta do terreno arenoso), as
atividades domésticas continuariam sendo feitas com água doce, sem as drogas da
“limpeza”; a higiene da casa e do corpo seria com água doce e sabão neutro; o
tratamento da água nos reservatórios da água do abastecimento urbano (da CAERN)
seria com 1kg de cal para 100m³ de água armazenada, lembrando que o cloro(usado
no suposto tratamento) é meio-sal, lixo, ácido, veneno para o organismo do
homem, e a CAL, álcali, base, neutralizaria a ação ácida. A solução das fossas,
neste caso, poderia ir para o Mar ou para o campo de lavoura, sem causar danos,
integrando-se facilmente. Esta é a única opção para que Natal, Capital do RN,
permaneça viva após o ano 2.030.
Transcrito do Informativo O Veredicto, desta mesma Fonte.
Conscientização e democratização da ciência ambiental.
O Sentido da Vida no Rumo da Razão.
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