sexta-feira, 21 de março de 2014

Educação ambiental.


6)Administração e políticas públicas. O flagelado nordestino.

   Nos 10 últimos Veredictos temos mostrado, com ênfase testemunhal, que a administração e políticas públicas levadas a efeito pelo Governo Federal, no Nordeste – Estados e municípios são mais nocivas do que benéficas. Isto é patente em todas as iniciativas patrocinadas pelo poder público e foi sempre assim desde D. Pedro I. Hoje vamos repetir mais um caso de uma família flagelada que representa 70% das famílias do semiárido e das favelas das Capitais de Estados. Por se tratar de um caso comum, facilmente comprovado em outra análise, mostraremos as pessoas nas fotografias 5 e 6, mas não registraremos os nomes e o lugar. Esta família com 5 membros não tem emprego, não tem trabalho, não tem renda; dizem que estão “escapando” da morte pela graça de Deus; mas não há milagre – descobrimos que cada indivíduo desta família ingere, diariamente, no máximo, 1.000 calorias na refeição(quando tem); com um déficit de 1.500 calorias estas pessoas estão famintas, doentes. A renda familiar é de 15 reais por mês do auxílio vale-gás distribuído nos programas paternalistas do Governo. Com esses 15 reais o pai-de-família compra pólvora, chumbo e espoletas para sua espingarda soca-soca, e todos os dias sai na caatinga em busca de caça que se transforma em alimentos; considerando que a fauna do semiárido foi praticamente extinta, o máximo que o caçador consegue é matar um roedor(preá) com 300 gramas de massa corpórea, ou pequenos pássaros que não compensam(financeiramente) um tiro de espingarda; assim vão driblando a fome, a vida e a morte. A cerca de 30 anos foi criado, de fato e de direito, o programa do FUNRURAL que ampara com um salário mínimo, mensal, idosos e inválidos. Com esse salário o beneficiado sustenta 4 e até 10 pessoas; não é suficiente para manter tantos dependentes, mas foi o que melhorou a expectativa de vida do nordestino nos últimos 20 anos. Os programas paternalistas, a exemplo do salário fome (fome zero?) que existe hoje, foi criado, com outras denominações, há  10 anos, não traz benefícios – pelo contrário –vicia o (mal) assistido e cria nos dirigentes, governos, a ilusão (ou a mentira) de que esses programas funcionam socialmente.


 Transcrito do Informativo o Veredicto, desta mesma Fonte
Educação ambiental também é ciência social;
Estou no meio das trevas, mas conheço a luz.

Nenhum comentário:

Postar um comentário