sábado, 16 de março de 2013
Educação ambiental
Nesta fotografia estão enquadrados a caixa que armazena a salmoura do poço tubular, e em primeiro plano o sal cinza, branco, por onde escorre a salmoura que vaza do tanque, cobrindo a superfície da terra, capaz de rachar a terra, quebrando a estrutura e desintegrando o terreno; o sal corrói até o lajedo.
Educação ambiental.
Observar o caminho de cor cinzenta feito pela salmoura que transborda do tanque da postagem anterior, e escorre pela terra, deixando um rastro de sal, destruindo tudo; somente a gramínea pirrichil se aventura a nascer e viver nas margens desse riacho seco de sal;
Educação ambiental;
O lixo-liquido extraído das entranhas do semiárido é empurrado até á caixa azul vista na postagem anterior, e de lá vem para este tanque de alvenaria, que enche e sangra no chão, inicialmente escorrendo sobre a terra, e depois se infiltrar no terreno, indo aflorar, por gravidade, mais a frente, onde cria o poço de salmoura citado em 15-03-2.013; o tanque de cimento (da fotografia) é refeito periodicamente, já que o alto teor de sal danifica até o ferro da estrutura, corroendo o cimento e o tijolo de argila; Mas pasmem! o lixo-líquido é absolutamente CRISTALINO, dando a impressão visual de se tratar de água boa; como acontece com os órgãos internos do corpo humano, quando os animais ingerem esse líquido salgado, por período superior a um ano, tem vários órgãos danificados, principalmente os rins; O governo e seus técnicos não estão nem aí para isto, enquanto o incauto homem do campo, local, não tem a menor ideia do problema, embora testemunhe seus bichos morrerem prematuramente, mesmo de barriga cheia de água e comida; e se não tiver água para beber são capazes de tentar matar a sede com esse lixo, mas como se sabe, o SAL aumenta a sede; assim morre feliz, de barriga cheia, agradecido aos doutores do governo que lhes deu essa dádiva.
Educação ambiental.
Na caixa que armazena o lixo-líquido do poço tubular está escrito: Governo do Rio Grande do Norte, "programa água boa"; como se pode observar até na propaganda do governo é tudo falso, estupidez; para as pessoas de outros países que têm acesso a dsoriedem.blogspot.com: o Estado é no Nordeste, e não no Norte; o rio que dar o nome ao Estado é rio Potengi, rio morto, totalmente abandonado nos seus 176km que nasce no sertão e tem a foz em Natal-RN, uma verdadeira fossa à céu aberto. Quando à água boa, na realidade é fator de destruição do ambiente, e apesar do Homem local beber outros lixos, exala um odor característico das praias, e mesmo que o lixo seja menos salgado do que no Mar, o sal (como veremos a seguir) se distribui em cima da terra, que o Sol intenso força a evaporação, agredindo a respiração. Do lado vendo-se uma casinha de alvenaria com as paredes destruídas pelo SAL que circula no ambiente.
Educação ambiental.
Neste ângulo fotográfico vendo-se em primeiro plano a caixa que armazena o lixo líquido extraído do chão por intermédio da torre de ferro e catavento que estão sobre o poço tubular, à frente. Antes de mostrar a ação do sal diretamente na caixa, é bom ressaltar que a salinização do solo tem 2 causas: cloreto de sódio, extraído das entranhas da terra pelo catavento, e o nitrato de sódio, salitre, criado pelo Homem na sua agropecuária paleolítica, a menos de 100 anos; Já se sabe que toda água que tem contato com o chão, a terra, tem cloreto de sódio, por que o loro e o sódio são elementos químicos minerais do chão; mas o nitrato de sódio, salitre, tem origem no ácido nítrico formado na atmosfera pela degradação ambiental na terra, principalmente pela queima bestial de madeira. não vamos nos alongar nessa explicação do salitre no semiárido, mas é oportuno frisar que o desastre ambiental que originou essas postagens é causado pelo cloreto de sódio já compondo o lixo-líquido extraído a 50m de profunidade, na terra, pelo catavento, e portanto o poço tubular e mecanismos instalados pelo governo representa um grande problema, e não um solução como o mesmo governo e seus asseclas (tecnicus????) tentam justificar ainda hoje.
Educação ambiental.
Torre de ferro do poço tubular a catavento construído pelo Governo Federal na localidade
Jardim, Riachuelo-RN, a cerca de 10 anos. Diferente dos desertos do USA e do Oriente Médio, a água salgada subterrânea no semiárido é um fato novo, embora a origem do cloreto de sódio, Sal, seja a mesma em toda Terra; Coo se sabe, o semiárido NE recebe essa classificação por conta da caatinga inserida no sertão NE, que é semiárido por que ão tem solo de sedimentação, e não por escassez de chuvas; Na realidade o semiárido natural nordestino, a caatinga, tem 250.000 km², uma infinidade de clareiras, enquanto que o semiárido, hoje, tem 890.000 km²; a área que está sendo mostrada aqui é agreste RN onde não há caatinga, portanto semiárido artificial; os outros semiáridos da Terra são classificados como tal tendo em vista que a oferta natural de chuvas é inferior a 500L/m²/ano, enquanto que no semiárido natural NE, sertão de caatingas, é comum ofertas de chuvas de 1.100L/m²/ano. Hoje, sim, o semiárido é classificado por conta da redução artificial da oferta de chuvas, e consequentemente os outros elementos - Luz solar, solo, atmosfera, foram igual e artificialmente degradados; Como se sabe a água das chuvas, no caso do NE, é a única que pode ser classificada como água doce, e tem pH 6,4, nem ácida, nem alcalina; mas quando essa água se precipita na litosfera, adquire elementos estranhos, entre os quais o cloreto de sódio formado pela água, do cloro e sódio comuns no chão; essa área (da fotografia) é cerrado - solo profundo e grande densidade de vegetação, particularmente árvores; Como vimos, 2/3 do semiárido são artificiais, e o Homem nordestino levou 200 anos para desmatá-lo, arrancar o solo de sedimentação, e assim modificar o clima, aumentando a temperatura, impermeabilizando o solo, impedindo a infiltração de água para formar e manter os lençóis subterrâneos, aumentando a evaporação de água; Hoje 85% da água das chuvas precipitadas vão imediatamente para os oceanos; a infiltração de água das chuvas no terreno é menor que 5%, quando naturalmente era superior a 20%; a redução no índice de chuvas, a redução na infiltração de água das chuvas para formar e manter os lençóis subterrâneos; consequentemente a água do lençol, que naturalmente já tem cloreto de sódio, por estar na terra, aumentou a salinidade, e agora com a danação de poços tubulares escavados pelo governo a tendência do lençol é ficar mais salgado; Esse poço tubular estar a cerca de 10m do poço de salmoura que foi mostrado nas postagens do dia 15-03-2.13, no mesmo riacho do açude do poço tubular, abaixo da parede; o mecanismo do catavento extrai, por sucção, a água salgada do poço tubular, depositando-a em um tanque de alvenaria, que ao sangrar se infiltra no chão, deslocando-se entre a camada de terra e o lajedo que forra toda essa área, aflorando mais abaixo, exatamente onde está o poço de salmoura, citado.ESSE poço tubular está a cerca de 100 metros do poço de salmoura focalizado aqui em 15-03-13.
Jardim, Riachuelo-RN, a cerca de 10 anos. Diferente dos desertos do USA e do Oriente Médio, a água salgada subterrânea no semiárido é um fato novo, embora a origem do cloreto de sódio, Sal, seja a mesma em toda Terra; Coo se sabe, o semiárido NE recebe essa classificação por conta da caatinga inserida no sertão NE, que é semiárido por que ão tem solo de sedimentação, e não por escassez de chuvas; Na realidade o semiárido natural nordestino, a caatinga, tem 250.000 km², uma infinidade de clareiras, enquanto que o semiárido, hoje, tem 890.000 km²; a área que está sendo mostrada aqui é agreste RN onde não há caatinga, portanto semiárido artificial; os outros semiáridos da Terra são classificados como tal tendo em vista que a oferta natural de chuvas é inferior a 500L/m²/ano, enquanto que no semiárido natural NE, sertão de caatingas, é comum ofertas de chuvas de 1.100L/m²/ano. Hoje, sim, o semiárido é classificado por conta da redução artificial da oferta de chuvas, e consequentemente os outros elementos - Luz solar, solo, atmosfera, foram igual e artificialmente degradados; Como se sabe a água das chuvas, no caso do NE, é a única que pode ser classificada como água doce, e tem pH 6,4, nem ácida, nem alcalina; mas quando essa água se precipita na litosfera, adquire elementos estranhos, entre os quais o cloreto de sódio formado pela água, do cloro e sódio comuns no chão; essa área (da fotografia) é cerrado - solo profundo e grande densidade de vegetação, particularmente árvores; Como vimos, 2/3 do semiárido são artificiais, e o Homem nordestino levou 200 anos para desmatá-lo, arrancar o solo de sedimentação, e assim modificar o clima, aumentando a temperatura, impermeabilizando o solo, impedindo a infiltração de água para formar e manter os lençóis subterrâneos, aumentando a evaporação de água; Hoje 85% da água das chuvas precipitadas vão imediatamente para os oceanos; a infiltração de água das chuvas no terreno é menor que 5%, quando naturalmente era superior a 20%; a redução no índice de chuvas, a redução na infiltração de água das chuvas para formar e manter os lençóis subterrâneos; consequentemente a água do lençol, que naturalmente já tem cloreto de sódio, por estar na terra, aumentou a salinidade, e agora com a danação de poços tubulares escavados pelo governo a tendência do lençol é ficar mais salgado; Esse poço tubular estar a cerca de 10m do poço de salmoura que foi mostrado nas postagens do dia 15-03-2.13, no mesmo riacho do açude do poço tubular, abaixo da parede; o mecanismo do catavento extrai, por sucção, a água salgada do poço tubular, depositando-a em um tanque de alvenaria, que ao sangrar se infiltra no chão, deslocando-se entre a camada de terra e o lajedo que forra toda essa área, aflorando mais abaixo, exatamente onde está o poço de salmoura, citado.ESSE poço tubular está a cerca de 100 metros do poço de salmoura focalizado aqui em 15-03-13.
Educação ambiental;
Nas postagens de hoje os argumentos científicos da origem do poço de salmoura focalizado dia 15-03-2.013, na fazenda Jardim, município de Riachuelo-RN; o que se ver na fotografia é um moinho à catavento cuja haste liga o mecanismo acionado pela força motriz do vento à bomba de sucção do poço tubular, na base da torre de ferro; o poço tem 50m de profundidade; mas o que certamente pode chamar a atenção, é que a empresa, a serviço do Governo, que escava o poço e instala o catavento já sabia que não existe água doce subterrânea no semiárido, até 100m de profundidade, e escavou o poço atrás da parede de terra de um pequeno açude, completando o seu raciocínio de que 30% da água armazenada em um açude se infiltram no terreno sob a represa e ao redor, resultando no desastre ambiental que culminou com a origem do poço de salmoura abordado ontem; Esses poços tubulares surgiram no agreste RN há 20 a 30 anos, quando a oferta de chuvas foi reduzida drasticamente, e consequentemente os pequenos açudes da área passam 3 a 4 anos sem tomar água, e quando tem inverno normal para encher e sangrar, secam com 8 meses de verão sem chuvas, não havendo o que o gado beber até o inverno do ano seguinte, lembrando que o verão sem chuvas pode durar 11 meses, e temos 3 a 4 anos seguidos com oferta de chuvas inferiores a 300L/m²; por conta da permanente agressões ambientais a evaporação de água de açudes (à céu aberto) que há 20 anos era de 2,2m de lâmina de água, durante o ano, hoje (conforme pesquisas neste sentido) é de 10 litros de água por metro quadrado de superfície livre (á céu aberto), ao DIA, o que significa dizer que ao ano são 365 x 10 = 3.650 litros de água por m² de superfície, ou uma lâmina de água de 3,65m de espessura, impensada nos pequenos açudes do NE. Mas voltando ao poço da fotografia sabe-se que a tentativa do projetista em reduzir a salinidade da água com a posição do poço atrás da parede do açude não COLOU; o lixo líquido tem 1,5g de sal por litro de água, mesmo que por cerca de 2 a 4 meses por ano o pequeno açude receba água das chuvas; No semiárido NE, hoje, há um poço desses para cada 10 km²; significa dizer que o sal extraído das entranhas da terra está destruindo por inteiro, com SAL, as terras antes agricultáveis do semiárido; por onde esse lixo liquido passa não nasce vida, a não ser a algaroba, pirrichil e a grama das postagens de ontem, o inverso da diversidade estipulada aqui, há milhões de anos, pela Natureza.
Assinar:
Postagens (Atom)