domingo, 21 de abril de 2013

Educação ambiental e social.

Área desmatada com lâmina de trator nos assentamentos do INCRA no RN para a escavação de buracos na depressão do terreno, aqui chamados de barreiros ou pequenos açudes,para supostamente armazenar água das chuvas; Na fotografia dar para se notar que é uma área com  terreno arenoso, com declive de 15%, vendo-se o monte de vegetação secundária arrancada pela raiz, e os sulcos criados pela  lâmina do trator, já servindo de caminho para a erosão; De acordo com os técnicos do governo o desmatamento é necessário para que assim a água das chuvas possa formar corredeiras na direção da depressão (por gravidade) do terreno, local onde os buracos são escavados para armazenar água, e assim o assentado disponha de água dentro do lote de terras no verão de 10 meses, sem chuvas; provavelmente  feitiçaria. A destruição ambiental é total; a erosão dessa terra arenosa vai aterrar o buraco, com qualquer chuvinha;  o solo removido pela lâmina do trator vai ser imediatamente levado pela erosão de 2 elementos - chuvas e vento, restando o subsolo (e por vezes o lajedo) que não gera vida, mesmo que tenha água.

Educação ambiental e social.

Durante os meses de fevereiro e março do corrente ano, dsoriedem.blogspot.com, na sua função de Fonte de educação ambiental, a serviço da lógica e da razão, mostrou, em várias postagens, o desastre ambiental que o governo federal, na ânsia de conquistar o voto do nordestino, em cima da miséria da seca, para a reeleição da Presidente Dilma, estava cavando buracos no meio do nada no semiárido, na suposição de que são obras para enfrentar a seca; para fazer um desses buracos no chão, são gastos 5 mil reais, incluindo o desmatamento de uma área 20 vezes maior do que a área ocupada pelo buraco escavado; na fotografia vemos uma dessas áreas desmatadas com lâminas de trator, que além de arrancar a vegetação pela raiz, arranca uma camada de solo de 30 cm de espessura, ou mais; com a primeira chuvas(após o desmatamento) a erosão é bastante visível.

Educação ambiental e social.

Durante os meses de fevereiro e março do corrente, postamos várias vezes nesse período o desperdício  do dinheiro público em buracos escavados, sem critérios técnicos, nos lotes de terras dos assentados do INCRA no RN, cuja finalidade era alimentar a corrupção, ao mesmo tempo moeda podre na compra de votos; para os dirigentes desses órgãos envolvidos na maracutaia - INCRA, EMATER, Prefeitos, secretarias de agricultura, presidentes de associações dos assentamentos, os cabos eleitorais, um pedaço de dinheiro de acordo com o grau da função(e pela importância do órgão); para o assentado inocente, incauto, bastante conversa para convencê-lo de que a obra (buraco á céu aberto, ao leu) vai juntar água das chuvas para que no verão de 10 meses - Jun/13 a Mar/14 o gado possa beber dentro do lotes de terras, e  até produzir alimentos irrigados com essa água;
Na fotografia um dos milhares de buracos  feitos por órgãos do governo federal, no NE,  nos lotes de terras dos assentamentos; o buraco feito no chão em março de 2.013 recebeu 24mm de chuvas dia 17 de abril/13, e a fotografia feita em 21 de abril/13, mostra a mancha, a marca  acima da lâmina de água, que representa a perda de água por evaporação, extraída pelo vento, infiltrada no terreno, em 4 dias apenas; fica claro, evidente, que a perda de água por evaporação, no atual clima do semiárido é 11 litros de água por metro quadrado, ao DIA; Em 2.013 o intervalo entre duas chuvas, no semiárido NE é de até 33 dias; se nos próximos 20 dias não chover nessa área toda essa água desaparece; Mas o pior é que os custos de cada buraco desses é de 5 mil reais; imaginem o desperdício de dinheiro público em 2 milhões desses buracos nos diversos assentamentos do INCRA no semiárido de 890.000 km². O desmamento feito (como veremos em postagens seguintes) é 20 vezes maior do que a área ocupada pela obra (buraco), já que para os técnicos a vegetação reduziria o fluxo de água para a depressão do terreno do buraco no chão; na realidade  mais um desastre ambiental, pela erosão.

sábado, 20 de abril de 2013

Educação ambiental.

Casa abandonada  na zona rural, do programa minha casa minha vida do governo federal; com portas e janelas cheias de fotografia de candidatos políticos locais, mostrando quem é o dono do "pedaço"; é muito comum ver-se casas abandonadas  desse programa do governo, construídas na zona rural, a pedido de um político local que usa as casas para compra de votos cativos; um dos critérios para distribuição da casa é que tenha muito eleitores na família; embora o homem da zona rural do semiárido NE seja mantido com os programas paternalistas, assistencialista do governo federal , há uma necessidade muito importante que o governo não tem como atender: a necessidade de água doce; normalmente os governos cavam poços tubulares com água salgada, ou tente armazenar água em pequenos açudes que secam; isto força o homem da zona rural correr para as cidades onde tem pessoas com força política para brigar por água, e aí todos tem, precariamente, acesso a água ruim, porém melhor do que na zona rural; Em 2.013 dos 167 municípios do RN há pelo menos 144 que não tem água para beber na zona rural, embora o governo e técnicos, na sua limitação intelectual, ofereçam uma cisterna (em cada casa) que capta, no tempo das chuvas, água no telhado imundo das casas, armazenando na cisterna de alvenaria (placas) que armazenam até 16 m³ desse lixo-líquido, e mesmo assim insuficiente para manter uma família de 5 pessoas em 2 dos até 11 meses de verão sem chuvas; como era de se esperar, ao beber esse lixo por vários anos seguidos as doenças, próprias desse lixo, se acumulam no organismo, tornando-se crônicas; as pessoas são obrigadas a buscar  recursos médicos na sede do município, onde dificilmente encontrarão médico e medicamentos, mas por fim são obrigadas a morar junto à fonte de recursos públicos, no caso as prefeituras que terão de distribuir os recursos que vem de Brasília-DF, insuficientes para atender toda a população; assim, em nome da seca cultural, e com todas as modalidades da seca impostas aos incautos, o NE vai morrendo aos trancos e barrancos; vez por outra aparece um "salvador" da pátria sugerindo uma medida para enfrentar a seca NE, que sendo cultural só reforça a indústria da seca; quase sempre essas pessoas não tem qualquer noção da causa da seca; são simplesmente agitadores, terroristas que aproveitam a onda da SECA para tentar arrancar mais dinheiro público fácil dos cofres de Brasília, e quase sempre encontram amparo, já que o interesse do Governo Federal no NE é apenas eleitoreiro, para a mesma "turma" ou  PAR TIDOS se perpetuarem no poder.

Educação ambiental.

Placa do instituto de desenvolvimento do meio ambiente do RN; A placa e o ambiente devastado estão em desacordo; A colocação desta placa, falsa propaganda do IDEMA tem por finalidade coibir a extração de areia, para a construção civil, no leito seco do rio Potengi, rio morto que está nas imediações dessa placa, local de acesso aos caminhões que vem da região metropolitana de Natal em busca de areia lavada para a construção civil; Parece uma brincadeira um instituto do meio ambiente proibir a  extração de areia em um rio seco, morto; a Areia é assoreamento do rio, e tirando-se essa areia aprofunda-se a calha do rio melhorando o fluxo esporádico de água corrente, evitando o transbordamento do rio que causa danos; a areia desse  rio tem salitre acumulado há dezenas de anos, e com certeza esse SAL vai tirar a consistência da liga de cimento X areia, danificando o reboco da parede, e fragilizando a parede de tijolos assentados com essa massa salgada. A água corrente do rio é água doce das chuvas, mas fica salgada quando armazenada na areia do rio Potengi; retirar essa areia do rio é na realidade um benefício (embora seja um desastre empregá-la na construção civil); O IDEMA tem sede em Natal, única Capital de Estado do NE que não tem açudes ou barragens para o abastecimento, já que não tem rios; o abastecimento urbano da grande Natal é feita com poços tubulares no Aquífero Natalense, ou das lagoas costeiras, também do aquífero; O rio Potengi, o rio grande do norte, que deu nome à capitania, à província e ao estado RN, é uma verdadeira fossa á céu aberto na região metropolitana de Natal, precisamente atravessando  Macaíba, São Gonçalo do Amarante e Natal; nessa área de Natal, que corresponde a 2% da extensão está a verdadeira causa de morte do Potengi, e nem por isso há qualquer movimento ou sugestão do IDEMA para mudar essa situação caótica, lembrando que a foz e adjacências do rio, digo, dessa fossa putrefata, é apresentada pelo governo estadual e municipal  como cartão postal; fedentina, criadouro de ratos e insetos que causam doenças, lixo químico, sólido, derivados de petróleo, ácidos, um verdadeiro pandemônio ambiental; 70% da grande Natal depositam seus excrementos em fossas putrefatas que tem o fundo no terreno arenoso natural, fazendo com que  a parte líquida das fossas seja drenada no mesmo Aquífero que abastece a população; O lixo-líquido que abastece Natal tem nitritos, nitratos, ácidos, derivados de petróleo, algas, alta porcentagem de coliformes fecais; Governos, Técnicos, população estão, como dizia Raul Seixas, cantor e compositor: com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar; na cabeça desses "notáveis" não há qualquer outra fonte de água para o abastecimento; não há como ressuscitar o rio Potengi; Assim, por ignorância, vai-se morrendo aos poucos, no ritmo da destruição ambiental, sempre crescente.

Educação ambiental.

Uma placa do IDEMA - instituto do desenvolvimento do meio ambiente. O Brasil é o país das siglas para definir repartições públicas criadas para servir de cabide de empregos onde os políticos colocam seus apadrinhados para formar seus currais eleitorais; é claro que esse vínculo entre afilhados e padrinhos dura pouco, mas se o emprego é pago com o dinheiro público fica tudo no lucro. Essa instituições supostamente relacionadas ao Ambiente  na realidade é modismo, mas são mais nocivas do que benéficas; é claro no no meio da equipe que dirige o instituto há pessoas que tem boa vontade, mas falta-lhe conhecimento sobre o assunto; Tudo nessa placa de propaganda do IDEMA é falso  ou ridículo, a começar  pelo local e a mensagem; trata-se de uma área do município de  Ielmo Marinho, zona de transição entre o agreste e  a zona da mata RN, totalmente devastada pela agropecuária paleolítica, e o  descaradamente se explica que é área de preservação ambiental; Se o mundo sabe pouco sobre os elementos da Natureza, recursos naturais, elementos climáticos, e a prova é de que a Terra está  literalmente pegando fogo por conta da ação do homem "intelectual", tecnológico, o Brasil apenas engatinha nesse setor; Como única fonte de educação ambiental científica da Terra, dsoriedem.blospot.com vem desde 1.994 divulgando informações  ambientais, inéditas, reais, incontestáveis com relação à área chamada de semiárido NE, particularmente como se extirpar a seca cultural; alcançamos  todos os órgãos dos 3 poderes da república´envolvidos com essa causa; com instituições internacionais como WWF, Greenpeace, ONU; com várias instituições  ONG do ramo, mas parece que a cada dia o homem se afasta mais da realidade ambiental na Terra; é provável que a Humanidade esteja dopada, ou drogada, limitando a  compreensão sobre a vida na Terra;

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Educação ambiental.

Cacimbão na zona da mata RN, município de São Gonçalo do Amarante-RN, onde o lençol de água doce, abundante no terreno de massapé está identificado na vegetação verde, exuberante em torno do poço, já que as raízes da maioria das árvores frutíferas alcançam facilmente essa água doce subterrânea; além disso, a oferta de chuvas nessa área pode passar de 2.000 litros por m², ao ano.