segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Educação ambiental.
No assentamento Açucena a única atividade agrícola, no momento, é assar castanha (de caju), quebrar e limpar a amêndoa para vender na feira livre de João Câmara- RN, no Sábado; são castanhas da safra de 2.013; os cajueiros, que são oriundos da antiga propriedade rural (adquirida pelo Bando, para o assentamento) estão morrendo: 1) o cajueiro no NE está aclimatado para uma oferta de chuvas anual maior que 500mm - está reduzida a 300mm/ano; 2) por conta da deficiência de água, muitas pragas estão atacando os cajueiros, principalmente a mosca branca; 3) com 3 anos seguidos com oferta de chuvas inferior a 300mm - 2.012, 2.013 e 2.014, os cajueiros, mesmo os que não morrerem, não produzirão em 2.015; as terras planas, solo argiloso/arenoso profundo (pode ter espessura de 80m) absorve toda (e pouca) água das chuvas, sem criar ou manter os lençóis subterrâneos; existe poços tubulares aos milhares nessa área do Mato Grande, 2/3 esgotados (secos) ou com água salgada; as características dessas terras(citadas) nos permitem, categoricamente afirmar que poderia-se restaurar sua condição de CELEIRO de alimentos do RN, com os valores atuais de oferta de chuvas, e MAIS, pode-se estabelecer elementos climáticos para se restaurar a oferta de chuvas de 700mm/ano; Para infelicidade da Vida que ainda resta, e tristeza nossa, o governo, a comunidade científica, e o OME nordestino foram, com sua estupidez intelectual, eficientes na destruição do ambiente, mas não concebem e não percebem que a ação inversa é possível.
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