segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Viagem de pesquisa ambiental científica à região do Seridó-RN, tempo VIII; esta é a terceira postagem de hoje mostrando esta área do município de São José do Seridó-RN.  Um açude quase seco, no meio da caatinga, seria uma fonte de água que o fazendeiro, dono dessas terras teria aproveitado em 2.011 para transformar a casa de sua fazenda em um balneário, raríssimo nessa região; NB: a casa, balneário (vamos mostrar também o banheiro) fica do lado esquerdo junto as árvores verdes; em 2.011 essa área recebeu cerca de 1.000mm de chuvas; em 2.012 e 2.013 (até à data anotada na fotografia) recebeu 100mm de chuvas por ano. No ponto desta tomada fotográfica tem um poço tubular, antes com água salgada, hoje seco, mostrado em postagens anteriores, indicando que o Homem teria se "preparado" com duas (presumíveis) fontes de água para funcionar seu "balneário" da caatinga; nesta data (da fotografia) encontramos tudo isso abandonado; não se vê um pé de pessoa, nem de bichos (nem lagartixas), mostrando que o Homem nordestino vive em um JOGO de loteria com relação à água, com relação à produção de alimentos; com relação à vida.
Só enxerga as trevas quem detém o poder da luz.

Educação ambiental.

Pesquisa de educação ambiental científica no Seridó-RN, tempo VII; dando continuidade à postagem anterior, focalizando um dos milhares de poços tubulares a catavento, com SALMOURA, no sertão e agreste RN, aqui está a base do poço de 60m de profundidade escavado na caatinga em São José do Seridó-RN, totalmente inativo por que SECOU a salmoura que era extraída das entranhas da terra; como se pode vê não há qualquer vestígio de umidade; a salinidade do ambiente é tão alta que as hastes de ferro da torre do catavento estão sendo corroídas pelo sal que veio de baixo, sugado pela bomba, para cima da terra; como frisamos na postagem anterior é possível, cientificamente, restaurar esse poço, injetando água doce na lacuna, espaço vazio, deixada pela salmoura  que saiu; Mas como? É milagre?
Os 100mm de chuvas precipitadas nessa área   em 2.012 e/ou 2.013 significa 100 milhões de litros de água doce por km², ou 100.000m³ de água por km²; o poço tubular é revestido com cano de 20 cm, área de 0,0314 m²; profundidade de 60m,volume do poço, capacidade volumétrica de 2 m³. Preparar junto ao poço, na caatinga, um área de dois hectares, em terreno mais alto do que o da base do poço, forrar os 2 hetares com lona plástica (somente) durante as chuvas, impermeabilizando o terreno, e canalizando essa água para entrar na boca do poço, o que acontece naturalmente por gravidade na profundidade de 60 metros; a ideia é manter o poço cheio durante as chuvas, forçando (por pressão da coluna de água) a entrada de água na LACUNA (espaço vazio) que fora ocupada quando tinha água subterrânea; no caso da chuva de 100mm, 2 hectares são 2.000m³ ou 2 milhões de litros de água doce injetada. Como se pode concluir facilmente  existem soluções simples para se extirpar a seca nordestina.
A cegueira física é atenuada por outros sentidos físicos, mas a cegueira mental, intelectual é irremediável.

Educação ambiental.

Viagem de pesquisa ambiental científica ao Seridó-RN, tempo VI; Nesta postagem destacamos um poço tubular a catavento no meio da caatinga, em São José do Seridó-RN, vendo-se uma árvore verde à direita, e ao longe arbustos verdes da caatinga, resultado  de 100mm de chuvas em 2.013; à esquerda capim verde junto à represa (de lama) de um açude; Existe a vida de água doce nas terras emersas e a vida de água salgada nos Oceanos e Mares - uma não sobrevive no ambiente da outra; fora dos Oceanos e mares onde tiver água salobra ou salgada a VIDA animal e vegetal NÃO TEM vez. O Homem, ser vivo das terras emersas, BEBE, COME, "consome" e respira água doce; 50 litros/dia de água DOCE para UTILIZAR em casa: beber, lavar e cozer os alimentos, lavar a roupa, tomar banho; CONSOME 50 litros de água/dia para a descarga do vaso sanitário; ( e outros); é possível  produzir um quilo de alimentos no NE com 500 litros de água DOCE; Nas terras emersas o Homem respira média de 6m³/DIA de oxigênio na pressão atmosférica de 1,1 kg/cm², volume de oxigênio fornecido (por transformação) por 120 m³ de massa orgânica vegetal que necessita de 600 litros de água DOCE por dia. Em 500.000km² do semiárido nordestino de 900.000km² a água subterrânea, se houver, é salgada até 100m de profundidade, e daí para baixo dificilmente haverá qualquer líquido subterrâneo, devido a impermeabilidade da caatinga (infiltra-se no máximo 5% da água das chuvas precipitadas) e por que a oferta de chuvas é de baixas precipitações, distanciadas entre si em até 15 dias, impedindo a continuidade da umidade do solo (e de infiltração de água) os rios temporários, hoje rios secos, no município de São José do Seridó-RN são pequenos, não permitindo a construção de açudes de grande porte que pudesse receber (encher) água das chuvas, a exemplo de 2.011, quando choveu mais de 1.000mm, podendo permanecer com água em 2.012 e 2.013, quando não as chuvas foram innferiores a 150mm; Nos últimos 40 anos os governos federal e estadual(RN) tem perfurado poços tubulares, com água salgada, para abastecer à cidade e a área RURAL; De tanto extrair a SALMOURA dos poços, e não haver suprimento de água por parte das chuvas, os poços secaram, e agora a cidade depende de carros-pipas que vão buscar água a mais de 40km de distância, em açudes que estão secando, já que não receberam água nos anos de 2.012 e 2.013; Em 2.012     70% do gado bovino do Seridó morreram de fome; se o Homem insistir em criar gado nessas condições, morre  de fome e sede em 2.013; Na condição de única fonte de Educação ambiental científica na Terra, dsoriedem.blogspot.com  não poderia deixar de explicar as razões da água  está salgada, e como se poderia reverter o processo; veremos na postagem seguinte, quado mostraremos o poço tubular (desta postagem) em detalhes.
Quem não vê com os olhos da luz não enxerga no escuro.

domingo, 18 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Viagem de pesquisa ambiental científica ao Seridó-RN, tempo V; em uma várzea de rio extensa, larga, ligeiramente plana, onde  algumas árvores são vistas  dispersas, mangueiras e cajueiro; mais perto (na fotografia) os coqueiros morrendo; as pessoas, inclusive os donos dessa propriedade, acreditam que os coqueiros morrem por que estão velhos; um coqueiro pode viver 80 anos (ou mais); no semiárido nordestino estão morrendo coqueiros com 5 anos de vida; os agrônomos atribuem a morte às doenças, deficiência de minerais, o que seriam doenças novas; A vida na Terra é constituída e mantida por 4 elementos da Natureza: 1) Energia luminosa e calorífica do Sol; 2) atmosfera com 12 gases principais e água no estado gasoso; 3) solo orgânico mineral, solo vivo; 4) água no estado líquido - chuvas (toda água que existe hoje na Terra veio ou vem de um regime de chuvas - a base do CICLO da água; o coqueiro, que não é nativo das Américas, chegou boiando no Mar (o coco) primeiramente nas praias do Brasil, e com a colonização os coqueiros foram se expandindo para o Continente, principalmente no Nordeste, berço de grandes palmeiras como a carnaúba; Na areia da praia o coqueiro está com as raízes em água salobra, recebe ar, ventilação salgada; mas normalmente o litoral nordestino recebe água doce das chuvas durante 6 meses por ano, água que se infiltra (drenagem) facilmente na areia da praia, reduzindo assim a salinidade da água subterrânea da praia, o que permitiu o coqueiro sobreviver, adaptando-se; quando o coqueiro foi levado da praia para o sertão nordestino, somente as várzeas dos rios poderiam atender as suas necessidades biológicas: as áreas mais úmidas e férteis do sertão, com um solo profundo que pode chegar a 20m de espessura; Mas no solo das várzeas do rios do sertão já existia água ligeiramente salobra, devido ao cloreto de sódio - cloro+sódio livres (não fazendo parte dos corpos vivos); com o tempo o Homem foi desmatando o sertão, com fogo, fazendo com que a fuligem, fumaça resultantes da celulose incinerada chegassem à atmosfera,  e como núcleo, aglutinando 3 gases (antes independentes) NHO³ formando o ácido nítrico; as chuvas e o ar descendente trouxeram o ácido para o chão, exatamente para as várzeas dos rios que são as maiores depressões do terreno do sertão; por ser depressões do terreno, as chuvas levam também para as várzeas as cinzas de todo o sertão;  o sódio das cinzas é um dos poucos minerais do chão, constituintes das plantas (e dos animais) que consegue se manter intacto com o calor de 400ºC do fogo das coivaras, queimadas, fogueiras nordestinas; NHO³+ sódio = nitrato de sódio, SALITRE, SAL; Hoje 60% das várzeas dos rios e riachos do sertão estão com salitre; Assim o solo e a água do sertão, inclusive a água subterrânea e nos açudes tem 2 sais - nitrato e cloreto de sódio; Existe a vida de água doce nas terras emersa e a vida de água salgada no Mar, nos Oceanos; uma não sobrevive no ambiente da outra; Aqui está a mais provável causa de morte, não só do  coqueiro, mas de todo semiárido de 900.000km², transformado em deserto, que significa escassez ou ausência de vida. Se o Homem pode transformar semiárido em deserto, poderia, se soubesse, reverter o processo; seria a transformação que a Natureza espera da única vida inteligente da Terra.

Educação ambiental.

Uma viagem de pesquisa ambiental científica ao Seridó-RN, tempo IV. Qual a pessoa que não vê nessa imagem bucólica um cartão-postal; uma casina no pé da serra rodeada de "verde" no sertão do Seridó-RN. junto à casa poucas árvores ,e uma serra com vegetação (e subsolo pedregoso) de caatinga; Mas em um estudo sócio ambiental se vê além das aparências; a primeira indagação é: e a Água doce que constituem 82% do nosso sangue, e 96% da massa encefálica do Cérebro? E a água DOCE para produzir alimentos, agropecuária? Qual outra fonte de renda (da matéria prima da terra) teria? Uma primeira resposta se vislumbra timidamente com uma cisterna de 16m³ com um cano ligado às bicas nos beirais da casa; outra resposta veio de imediato analisando-se as plantas, os animais (gado e fauna), o leito dos rios, riachos: em 2.013 não choveu mais que 150mm nessa área, que corresponde a 1/3 da média de chuvas/ano; Sem qualquer outra informação sabemos que a cisterna de 16m³ não encheu, não correu água nos riachos, e consequentemente  os açudes não tomaram água; Embora essas informações passem despercebidas e pareçam normais para a maioria dos brasileiros, inclusive para os geógrafos, botânicos, biólogos, ETC, aqui está a resposta científica que nos permite afirmar: se continuar nesse ritmo de  retrocesso, involução, esta casa da fotografia (e a terra) estarão abandonadas até 2.050; Mas a informação mais triste, degradante é que o Homem da terra, os governos e a comunidade científica inocentes, ou criminosamente,  não SABEM como mudar essa situação caótica; Poderia a comunidade cientifica e o governo brasileiros estarem preparando essa área do RN para ser o primeiro deserto do Brasil, e assim atrair turistas, mantendo uma população local de acordo com os 100mm de chuvas/ano, extraindo das entranhas da terra, em poços tubulares (existem aos milhares) do que resta da água salgada subterrânea, com processo de dessalinização (do faz de conta) altamente invasivo, danoso ao ambiente? Tudo leva a crer que é por aí, já que todas as medidas tomadas pelo governo BR ao longo de 300 anos na suposição de enfrentar a seca(que na realidade é cultural) só agravam o problema, e nos transforma em MULAS de suas experiências.

sábado, 17 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Uma viagem de pesquisa ambiental científica ao Seridó-RN, tempo III; Quem conhece o problema conhece a solução; não se pode defender o que não se conhece. Olhando-se essa imagem de uma paisagem no município de São José do Seridó-RN verifica-se que não há diferença com os desertos dos Estados Unidos, do Oriente Médio, da África, com plantas xerófilas (de espinhos) e muito dispersas; mas podemos afirmar, cientificamente, que este ambiente seco, hostil, degradado, com  poucos elementos da flora, e raríssimos elementos da fauna, as  50% dessas condições degradantes, caóticas, são consequência da ocupação do Homem, com a exploração da pecuária intensiva e até extração de madeira, lavoura com fogo: 1) diferente dos desertos secos, esta área pode receber 1.000mm de chuvas por ano; 2) olhando-se para o topo (crista) do morro de pedras se vê árvores (no horizonte) que tem mais de 8 metros de altura, salvas do machado, da foice do Homem para servir de sombra para o gado; é lógico que existiam muitas dessas árvores cobrindo todo esse morro; as poucas moitas de xiquexique é o que sobrou da extração desse cacto para alimentar o gado na seca; o capim seco que se vê é o único que não serve de PASTO para alimentar o gado por que é duro feito espinho, e desprovido de nutrientes ( o gado morre de fome, mas não o come; 3) antes da ocupação dessa área tudo isto virava um paraíso verde, com vida vegetal e animal em abundância, com o surgimento de muitas gramíneas que faziam do Seridó ser portador de um grande rebanho bovino; A fauna, em número, variedade, porte de um lugar é proporcional á variedade, porte e densidade da flora; à medida que o homem ia desmatando, extraindo madeira, lenha, também caçava os roedores - punarés, preás, mocós; aves - seriema,jacu; lagartos - tejuaçu; pássaros - arribação, asa branca, inhambu, e o resto dos animais, fauna, morreu por falta de condições favoráveis que lhe foram tiradas pelo Homem; No Sertão do RN tem muitos rios com suas várzeas férteis e largas, que tinham uma vegetação densa, alta, variada que forneciam madeira para o teto da casa, tábuas para portas, janelas, assolhados, sótão; nessas várzeas se plantavam milho, feijão, arroz, algodão, mas se corria o risco de se perder a lavoura na época das enchentes do rios (lavavam todas as várzeas), obrigado o homem a fazer seu plantio (com o devido desmatamento e fogo) nas áreas de solo e vegetação de cerrado, quase sempre entre a várzea do rio e a caatinga; A vegetação tem tudo a ver com o clima; sem a cobertura vegetal secam as fontes de água, aumenta a evaporação de água do solo, dos açudes, dos rios; sem a cobertura vegetal aumenta a erosão no solo pela água das chuvas e pelos ventos; Aumenta a temperatura ambiental, diminui a umidade do ar; os ventos ficam descontrolados, arredios; assim está esquematizado: se o chão passa a maior parte do ano seco, sem água para evaporar do chão, dos rios, açudes, e da vegetação, não há formação de nuvens e não há chuvas convectivas (geradas das nuvens formadas no mesmo espaço); sem cobertura vegetal o vento doidão vai espatifar as nuvens que chegam ( formadas no Oceano) na área, lembrando que o vento seco (baixa umidade do ar) é capaz de arrancar a água da nuvem, eliminando-a. Pronto: está feito o deserto sem água e sem vida no Seridó-RN. Em 2.012 e 2.013 esta área recebeu menos de 100mm de chuvas, culpa exclusiva do Homem que não conhece a Vida (mas conhece bem a morte).

Educação ambiental.

Uma viagem de pesquisa ambiental científica ao sertão do Seridó-RN, tempo II; na primeira postagem de hoje mostramos uma área deserta, com uma vegetação arbustiva rala, um terreno ondulado; nesta fotografia a vegetação é bastante variada e densa; a distância entre os locais dessas fotografias é menor que 40 km; Caatinga é uma palavra indígena que significa "clareira, onde as plantas em nível de arbustos não passam de 3m de altura, quando adulta, quase que exclusivamente pereiro, marmeleiro, velame, jurema( que tem 3m de altura na caatinga, mas nas outras áreas do sertão chega a 10m);  a  vegetação densa dessa área da fotografia, com plantas com 6 metros de altura, tem as mesmas plantas (citadas)da caatinga, mas tem (ou tinha)árvores como a aroeira, angico, mulungu, cumaru, umburana que não nascem na caatinga por que a caatinga não tem solo (e por isso é semiárido natural); na fotografia anterior temos um deserto, e aqui um semiárido; a diferença entre DESERTO e Semiárido; estão relacionados com o nível de vida estabelecida, e não por conta de escassez de água doce, por escassez de chuvas; no deserto de Atacama no Chile passam-se até 100 anos sem cair um pingo de chuvas, (e desta forma não teria água para manter a fauna e a flora), mas tem uma vida vegetal e animal mais densa e diversificada do que na Antártica, aonde está grande parte da água doce (no estado sólido) da Terra (mas também não chove); A Antártica é deserto por que faltam 2 elementos naturais (solo, coberto pelo gelo) e água doce no estado líquido; NA maioria das áreas chamadas semiárido  chove, no máximo 500mm por ano; na maioria dos desertos secos - na África, no México, nos EEUU, no Oriente Médio chove até 200mm/ano; mas em todos esses desertos secos, citados, falta outro elemento natural - o solo de sedimentação, já que a área é coberta por areia solta, em constante movimento pela ação dos ventos, totalmente desprovida de nutrientes minerais, ou coberta de pedras; a Caatinga do Nordeste é semiárido natural por que não tem solo de sedimentação, há 400 milhões de anos, mas dentro do sertão existem CERRADOS (como é o caso do terreno desta fotografia) com solo de sedimentação que pode chegar a 1m de espessura; a oferta de chuvas no sertão pode ser maior que 1.000mm/ano, como foi o caso das chuvas dos anos 2.000, 2.004, 2.008, 2.009, 2.011; Na caatinga da fotografia anterior, sem solo, 90% da água das chuvas precipitadas no subsolo impermeável vão embora no rios; o terreno de Cerrado desta fotografia pode absorver, armazenar 300 litros de água (das chuvas precipitadas) por metro quadrado; Esta área da fotografia, com vegetação e solo de cerrado, era a mais comum no tempo da ocupação do Seridó-RN; é lógico que se o sertão do Seridó fosse todo igual à paisagem desolada, deserta, seca da fotografia anterior, jamais teria sido ocupado pelo Homem, já que nem os índios conseguiam viver ali. Nesta imagem também há elevações (ondulação), mas como está vestida com vegetação, e tem solo cobrindo a rocha matriz, as chuvas não provocam erosão; mas temos certeza que a madeira de Lei, a exemplo da umburana, angico, aroeira, já não existe aqui, assim coo as grandes juremas foram extraídas para estacas de cerca, lenha, carvão;