Gn 1,1-2 - Enquanto Deus Criava o Universo, o Planeta Terra era: 1)deserto; 2)vazio; 3) em trevas;
Interpretação científica; Não havia os 4 Elementos da Natureza.
1) Energia luminosa e calorífica do Sol; a Luz do Sol não chegava à superfície da Terra, já que a intensa atividade vulcânica, generalizada em toda superfície, expelia gases e pó em todas as direções do espaço, criando uma bola de fumaça e pó em suspensão, bloqueando a luz do Sol; Isto durou um bilhão de anos.
2) Já existiam 11 dos 12 gases principais, mas não existia água no estado gasoso; a temperatura até 11km de altura, do espaço em torno da Terra, era maior que 300ºC. Isto durou 1,1 bilhão de anos.
3)Não existia o solo que gera vida = terra+matéria orgânica;
4) Água no Estado líquido - a temperatura na superfície da Terra de então era maior que 500ºC onde a molécula de água se desintegraria. Isto durou 2,1 bilhões de anos.
Interpretação cientifica da origem dos 4 Elementos da Natureza:
1º Elemento - Energia luminosa e calorífica do Sol; as atividades vulcânicas reduziram drasticamente (esgotando-se a energia), a poeira do AR assentou no chão, permitindo a Luz do Sol Chegar à superfície da Terra: Gn 1,3 - 5 - Faça-se a luz, e a Luz se fez. Há 3,6 bilhões de anos;
2º Elemento - Atmosfera; com a redução nas atividades vulcânicas da Terra, o pó de terra baixou no chão, a temperatura até 11km de altitude foi reduzida para menos de 100ºC, a pressão atmosférica baixou, e todos os gases (11 principais) que estavam até 1.000km de altitude foram imprimidos numa faixa de 11km em torno da Terra (hoje, a troposfera); Um pouco do gás Oxigênio vindo de outros planetas, galáxias, se juntou ao Hidrogênio (2H+O) eletronicamente formando a molécula de água H²O no estado gasoso; Gn 1,6-9_ "que as água de cima (superiores) se separem do chão (inferiores) e surja (apareça) o continente ENXUTO"; Formou-se o Oceano (único) ainda de água doce; Há 3,5 bilhões de anos. A água no estado gasoso na Atmosfera foi possível , eletronicamente, com a combinação dos elementos químicos Hidrogênio ( o mais abundante do Universo) e pouco gás oxigênio vindo de outras partes da (nossa)galáxia, MAS a água abundante que se condensou na atmosfera (nuvens) só quando foram criadas algas que forneciam oxigênio transformado em suas atividades biológicas, como acontece hoje também com os vegetais.
3º Elemento - Solo orgânico mineral: terra + matéria orgânica; Gn 1,11 - 12 que a terra se cubra de verdura; na realidade algas (a exemplo do lodo) clorofilada, que processa a fotossíntese, sintetizando água, minerais e energia do Sol, em matéria orgânica; Alga é colônia de microrganismos, provavelmente fungos; NB: na visão de Deus não existe o termo "micro";
Gn 1,20 - Vida animal criada inicialmente no Oceano de água doce é na realidade bactérias, chamadas de animais tendo em vista seu sistema de locomoção - pseudópodes; na visão de Deus não existe o termo "micro"; tudo o que se desloca, anda, com seus próprios meios é animal. A formação do solo orgânico mineral aconteceu há 3,5 bilhões de anos;
4º Elemento da Natureza: Gn 2,5 -Já "quando Deus tinha feito o Céu (universo, firmamento) e a Terra, não havia sobre a terra nenhum arbusto (ou árvore), não havia nascido nenhuma erva no campo POR QUE Deus (ainda) não tinha feito a Chuva" - água DOCE no estado líquido, e assim "não havia (ainda) o Homem para cultivar a terra" Há 2,5 bilhões de anos. As chuvas, oriundas das nuvens, água (da evaporação do chão) condensada na atmosfera,se fez acontecer quando o volume de água na atmosfera era maior do que a pressão atmosférica permitia manter em suspensão; choveu ininterruptamente durante milhares de anos, formando os Oceanos, rios, lagos; infiltrando-se no chão (lençóis), até que estabeleceu-se o regime de estação seca e úmida;
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Educação ambiental.
Sertão do Seridó-RN, tempo XIV; nosso objetivo não é simplesmente mostrar paisagens nessa área do RN em processo de desertificação, mas apontar: 1) as causas e 2) as soluções para os problemas; embora pareça estranho para a maioria das pessoas, as informações quanto às causas da desertificação, e as medidas para contornar o problema estão estampadas, retratadas, no solo(ou subsolo); em cada vegetal; em cada animal (gado ou fauna); na variação de temperatura ambiental; nos ventos e umidade do ar; na umidade do chão; no leito e nas várzeas dos riachos e rios; nos lajedos; e no Homem estabelecido no MEIO, no Ambiente. No terreno alto, no morro, vemos a caatinga com vegetação rala, dispersa (clareira), POR QUE não tem solo de sedimentação para armazenar (guardar) água das chuvas e permitir o desenvolvimento de raízes grandes das árvores; na parte baixa do terreno vegetação alta, densa, por que: 1) tem solo orgânico/mineral; 2) recebe o mesmo volume de chuvas, mas estando na parte mais baixa do terreno recebe 80% da água as chuvas precipitadas na parte alta do morro; 3) por receber muita água das partes altas do terreno cria-se (nasce) um riacho, cujas várzeas recebem matéria orgânica e terra trazidas das partes altas pela água corrente no tempo das chuvas; na parte baixa, depressão do terreno, nascem todas as plantas que existem nas partes altas, mas de porte maior; Ex: a jurema na parte alta do terreno não tem mais que 3 metros de altura; na várzea do riacho a jurema passa de 10m de altura. Na várzea do riacho nascem grandes árvores como a umburana, angico, aroeira, cumaru, mulungu, oiticica, umbuzeiro, caibreira;
Como podemos deduzir, com apenas um dos 4 elementos da Natureza diferenciado - o SOLO orgânico mineral, as partes baixas, CERRADO, têm uma massa vegetal de 0,3m³ por m², enquanto nas partes altas a massa vegetal é 10 vezes menor; A fauna de um lugar é proporcional à massa vegetal, e pode-se facilmente constatar que a pouca fauna existente nesse lugar - roedores, lagartos, pássaros, cobras, estão o maior tempo de suas vidas nas partes baixas do terreno, com mais abrigo, mais alimento, menor calor (com a cobertura vegetal), compondo o Ciclo Alimentar da Vida; A Conclusão: a semiaridez, no caso, é devida à escassez ou ausência de solo de sedimentação; a desertificação é criada pelo Homem ao estabelecer mais um elemento em desequilíbrio = água DOCE= chuvas+umidade do ar + umidade do solo, por causa do desmatamento = terra nua+ maior evaporação de água+ vento (e ar) seco +temperatura ambiental - umidade do ar - umidade do chão; É lógico que o desmatamento maior é feito na parte baixa do terreno que tem mais madeira, mais lenha; o semiárido natural do NE é a caatinga (da parte alta) que tem 250.000km² em 8 Estados - PI-CE-RN-PB-PE-AL-SE-BA; Caatinga é uma palavra indígena que significa CLAREIRA, podendo ter áreas sem plantas de 500mm²; as caatingas tem de 2 a 8km², rodeadas por rios, riachos e suas várzeas com solo e vegetação de cerrado; rodeadas por vales, serras serrotes; as serras e serrotes nessa área do NE tem solo e vegetação de CERRADO, ou tem subsolo (sem solo) e vegetação de caatinga. O Homem não poderia transformar a caatinga em terra úmida e fértil, mas deveria transformar os CERRADOS (onde tem solo orgânico e já teve vegetação de médio porte) em terras úmidas e férteis com o volume de chuvas disponíveis, Hoje; As várzeas dos rios (parte já salinizadas) maiores depressões do Terreno, são naturalmente férteis, e podem ser melhoradas; as chãs das serras do Nordeste, áreas planas, solo arenoso profundo, são terras agricultáveis, como é o exemplo da chã da Serra de Santana no RN.
Todo semiárido já foi terra fértil, todo deserto seco já foi semiárido.
Como podemos deduzir, com apenas um dos 4 elementos da Natureza diferenciado - o SOLO orgânico mineral, as partes baixas, CERRADO, têm uma massa vegetal de 0,3m³ por m², enquanto nas partes altas a massa vegetal é 10 vezes menor; A fauna de um lugar é proporcional à massa vegetal, e pode-se facilmente constatar que a pouca fauna existente nesse lugar - roedores, lagartos, pássaros, cobras, estão o maior tempo de suas vidas nas partes baixas do terreno, com mais abrigo, mais alimento, menor calor (com a cobertura vegetal), compondo o Ciclo Alimentar da Vida; A Conclusão: a semiaridez, no caso, é devida à escassez ou ausência de solo de sedimentação; a desertificação é criada pelo Homem ao estabelecer mais um elemento em desequilíbrio = água DOCE= chuvas+umidade do ar + umidade do solo, por causa do desmatamento = terra nua+ maior evaporação de água+ vento (e ar) seco +temperatura ambiental - umidade do ar - umidade do chão; É lógico que o desmatamento maior é feito na parte baixa do terreno que tem mais madeira, mais lenha; o semiárido natural do NE é a caatinga (da parte alta) que tem 250.000km² em 8 Estados - PI-CE-RN-PB-PE-AL-SE-BA; Caatinga é uma palavra indígena que significa CLAREIRA, podendo ter áreas sem plantas de 500mm²; as caatingas tem de 2 a 8km², rodeadas por rios, riachos e suas várzeas com solo e vegetação de cerrado; rodeadas por vales, serras serrotes; as serras e serrotes nessa área do NE tem solo e vegetação de CERRADO, ou tem subsolo (sem solo) e vegetação de caatinga. O Homem não poderia transformar a caatinga em terra úmida e fértil, mas deveria transformar os CERRADOS (onde tem solo orgânico e já teve vegetação de médio porte) em terras úmidas e férteis com o volume de chuvas disponíveis, Hoje; As várzeas dos rios (parte já salinizadas) maiores depressões do Terreno, são naturalmente férteis, e podem ser melhoradas; as chãs das serras do Nordeste, áreas planas, solo arenoso profundo, são terras agricultáveis, como é o exemplo da chã da Serra de Santana no RN.
Todo semiárido já foi terra fértil, todo deserto seco já foi semiárido.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Educação ambiental.
RNNEBR, 30 de julho de 2.013.
Ilustríssimo Senhor Jackson Dantas, Prefeito do Município de
São José do SERIDÓ-RN.
Sou Neto do Joaquim Manoel do Nascimento, o Joaquim Loló, filho de Severino
Cassimiro de Medeiros; meu Genitor juntamente com 18 irmãos e irmãs nasceram na
Fazenda da Bonita de cujas terras originou-se o povoado de São José da Bonita, hoje
cidade/município de São José do Seridó – RN.
Sou
pesquisador de ciência ambiental com trabalhos divulgados no Brasil e no
Exterior desde 1.994, criador do Blog “
dsoriedem.blogspot.com” que tem 333
dias de vida, mais de 1.500 postagens de Educação ambiental científica, mais de
24.500 visitações de dezenas de países.
Sempre tive vontade de conhecer a terra dos meus avós e do meu pai, mas
a informação que eu tinha desse município era de muita prosperidade, com muitas
fábricas na cidade; em janeiro deste ano enviei um pesquisador ambiental ao seu município, e a imagem que
ele me trouxe da cidade, área urbana, é de progresso, cidade
limpa, bem cuidada, com pequenas fábricas, empregos, todavia as informações
sobre à área rural é triste, caótica,
pincipalmente a mortandade de gado bovino;
Sábado,
dia 27 do corrente, me desloquei até São José do Seridó-RN, juntamente com
alguns familiares, não só para conhecer “in loc” as condições ambientais e
sociais apresentadas pelo mensageiro, pesquisador ambiental, mas para
conhecermos a terra de nossos antepassados; De fato a cidade está em boas mãos,
mas o desastre ambiental é maior do que o mensageiro conseguiu detectar na
pesquisa em janeiro de 2.013; descobri que seu município não tem ÁGUA DOCE (e
tem pouca água salgada) para o abastecimento urbano; pelo aspecto das plantas
(que restam da devastação) não recebeu mais que 100mm de chuvas em 2.012, e
menos que 150mm em 2.013,
inviabilizando o armazenamento de água
em açudes, exaurindo os lençóis
subterrâneos de água salgada, não havendo produção agrícola, pecuária,
Etc.
Pretendíamos contatar o Ver. Mariozan Medeiros dos Anjos (do seu partido
PMDB) que descobrimos na Internet, para o qual enviamos (p/Correios) um CD gravado com ciência ambiental
científica, há cerca de 6 meses, mas pelo desastre ambiental que testemunhamos
na propriedade rural de familiares dele, concluímos que o material científico
que lhe enviamos caiu em solo infértil e danou-se; estive também na propriedade
rural dos seus familiares, terras da Bonita, igualmente em processo avançado de
desertificação sem água e sem vida.
Por intermédio da História que me foi contada pelo meu genitor, Severino
Loló, a respeito de São José da Bonita, sabemos que Joaquim Loló era um entusiasta de que sua terra desse
certo, e só saiu de São José por causa de um crime de morte que aconteceu com o
primeiro delegado nomeado, seu amigo, trazendo-lhe desgostos a ponto de deixar
seu torrão natal.
Como Pesquisador de ciência ambiental científica, e afetivamente
sensibilizado com a ausência de água para que São José do Seridó continue
VIVENDO, estou, por dever de ética, moral e justiça, anexando um CD gravado com 8 (oito) textos de ciência ambiental -
a água e a Vida; água na Região
NEBR; como ressuscitar os rios do semiárido; focalizando a Água e a Vida;
Técnicas agrícolas dos Janduís; Projeto de Captação e Armazenamento de água,
diretamente das nuvens; Requisitos sobre
a água e as chuvas em 2.013, em Riachuelo-RN;
alguns documentos recebidos, digitalizados; o áudio “a Água e a Vida”.
V. Senhoria vai descobrir que é
possível, SIM, ter água doce, pura, com pH 6,4,
Para o abastecimento urbano (e rural) de seu município com apenas 150mm,
ou 150L/m²/ano, ou 150 milhões de litros de água DOCE por km²; É claro que se
trata de informações inéditas, e talvez estranhas, independentemente de sua
formação intelectual, especialidade, formação; Vai ver, pelos documentos
recebidos (digitalizados), que o Brasil e o Mundo conhecem essas informações
desde 1.994; No Brasil não funciona por que a nossa literatura, copiada dos USA
em 1.992 (Eco 92) é um festival de bobagens traduzidas na letra do samba do
crioulo doido, o que está devidamente comprovada em todas as ideias
empreendidas (e fracassadas) pelo
governo federal (e comunidade científica BR)
ao longo de 300 anos, na suposição de
enfrentar a secular seca cultural nordestina: quanto mais se mexe, mais
FEDE.
Espero
que Vossa Senhoria tenha a hombridade e sensibilidade cívica de se engajar na ideia de se criar (transformar) ÁGUA DOCE
para que
São José do Seridó-RN tenha
futuro, já que a água DOCE, 4º Elemento da Natureza – Gn 2,5, é o elemento
natural mais importante da vida, embora
a respiração de 6m³/dia de oxigênio da
atmosfera seja a necessidade mais proeminente.
Em tempo! Disponho de outros argumentos, de
alcance internacional, para convencer Vossa Senhoria a se envolver com essa causa;
estou à disposição para outros esclarecimentos, inclusive para desenvolver pesquisas ambientais e participar de projetos
em seu (e outros) município, sem qualquer custo pecuniário.
Com elevada estima e distinta consideração,
Damião Medeiros
Educação ambiental.
Pequeno açude, chamado barreiro, na caatinga do sertão do Seridó-RN, tempo XII. O número de pessoas que lutam pela Ecologia e pelo Meio Ambiental na Terra é ínfimo se comparado à parte da humanidade que USA, GASTA, CONSOME, DESTRÓI os elementos da vida; Aqui está um exemplo do USO, GASTO, CONSUMO, destruição do ambiente e da vida, mas 99,9% das pessoas não veem nesta imagem qualquer elemento físico que se enquadre nessas situações; as pessoas do lugar veem como agravante o fato do açude não ter água, enquanto as outras pessoas que tem acesso a essa informação, mas estão longe do desse palco, não têm qualquer reação (pimenta no ..... dos outros é tempero; cada um por si e o diabo por todos, Etc); é provável que as pessoas não se sensibilizem com a questão da falta de água DOCE, que leva o Seridó à desertificação, por ignorar que existe solução para o caso, com 100mm de chuvas por ano; assim também pensam os dirigentes dos ministérios da integração nacional, do meio-ambiente, da agricultura e abastecimento; o governo do RN, os prefeitos dessa área do Seridó-RN, e TODOS. Quando esse pequeno açude foi feito há dezenas de anos, nas cabeceiras de um riacho temporário da caatinga, a situação climática era outra; a oferta de chuvas nunca era menor que 200mm/ano, no tempo de El ñino que acontecia de 8 em 8 anos; na época das chuvas a caatinga se revestia de plantas rasteiras, gramíneas, e havia mais arbustos; o Homem foi extraindo madeira dos arbustos (e poucas árvores) para estacas de cercas; a criação intensiva do gado comia as plantas (pasto) antes que botassem sementes (se reproduzissem); a infiltração de água das chuvas e que se retém no subsolo, HOJE, na caatinga é 5L/m², mas no tempo que a caatinga era vestida de uma cobertura vegetal a retenção de água era o DOBRO. Junto à represa do pequeno açude havia pereiros, juremas, marmeleiros, velames que se beneficiavam da água, MAS também detinham o ventos secos no verão, mantinham a umidade do solo, reduziam a incidência de luz solar, reduzindo o calor, o que significa redução na evaporação da água da represa; Esta explicação sobre a mudança do clima que redundou na desertificação do Seridó é lógica, mas ainda permanece estranha para a maioria das pessoas; imagina-se como seria indigesta para o governo e comunidade científica BR a informação de que é possível reverter essa situação degradante, caótica, criada ao longo de 300 anos, por essa mesma comunidade cientifica versus governo;
Olhando-se para a elevação, morro da caatinga, onde nasce o riacho temporário desse açude, dar para concluir que se trata de uma área (na aba do morro) com 4 a 6 hectares, digamos 50.000m²;. as chuvas em 2.013 foram de 100mm, 100L/m², que nessa área da aba do morro seria de 5.000.000 litros, ou 5.000 m³ de água, muito maior do que a capacidade volumétrica do pequeno açude; acontece que as chuvas de baixa precipitações são muito distanciadas entre si, de modo que quando chega a segunda chuvas a água da primeira já desapareceu; a água das chuvas que se armazenou nesse açude em 2.013 é 1:1.000 da água das chuvas que caíram, e mesmo assim a água evaporou do açude, 11 L/m²/dia; Seria possível captar TODA água das chuvas precipitada nas abas do morro, impermeabilizando-se com uma lona plástica no tempo das chuvas; é possível armazenar essa água sem perda, sem fuga, sem contaminação, dividindo-se a área do açude com paredes de alvenaria, como se fosse várias cisternas, que serão forradas com lonas plásticas, impermeabilizando-as, e cobrindo-as (coberta com estrutura) com uma tela de náilon (para evitar a entrada de sujeira) e sobre a tela de náilon uma lona plástica.
Conscientização e Democratização da Ciência Ambiental.
Olhando-se para a elevação, morro da caatinga, onde nasce o riacho temporário desse açude, dar para concluir que se trata de uma área (na aba do morro) com 4 a 6 hectares, digamos 50.000m²;. as chuvas em 2.013 foram de 100mm, 100L/m², que nessa área da aba do morro seria de 5.000.000 litros, ou 5.000 m³ de água, muito maior do que a capacidade volumétrica do pequeno açude; acontece que as chuvas de baixa precipitações são muito distanciadas entre si, de modo que quando chega a segunda chuvas a água da primeira já desapareceu; a água das chuvas que se armazenou nesse açude em 2.013 é 1:1.000 da água das chuvas que caíram, e mesmo assim a água evaporou do açude, 11 L/m²/dia; Seria possível captar TODA água das chuvas precipitada nas abas do morro, impermeabilizando-se com uma lona plástica no tempo das chuvas; é possível armazenar essa água sem perda, sem fuga, sem contaminação, dividindo-se a área do açude com paredes de alvenaria, como se fosse várias cisternas, que serão forradas com lonas plásticas, impermeabilizando-as, e cobrindo-as (coberta com estrutura) com uma tela de náilon (para evitar a entrada de sujeira) e sobre a tela de náilon uma lona plástica.
Conscientização e Democratização da Ciência Ambiental.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Educação ambiental.
Viagem de pesquisa ambiental científica ao Seridó-RN, tempo XI. nesta fotografia se vê algumas moitas de plantas com mais de 3m de altura, o que descaracterizaria a caatinga, mas por outro lado caatinga significa "clareira", com plantas dispersas, com área de até 500m² sem plantas, o que está perfeitamente definido nesta imagem; mas também fica claro outra definição de caatinga: Não tem solo orgânico mineral, solo vivo; o que se vê nesta imagem é o subsolo constituído de pedras miúdas, irregulares, cortantes (afloradas), e cavando-se esse terreno encontram-se as mesmas pedras envoltas por terra, areia solta, que representam cerca de 70% da massa e volume do subsolo; o subsolo está assentado na rocha matriz, e não passa de 2m de espessura. A caatinga é o semiárido natural do Nordeste, e é semiárido por que não tem solo para armazenar água das chuvas e para o desenvolvimento de raízes (maiores) de árvores; como se pode vê, a caatinga é muito ondulada, e mesmo que o subsolo armazene água das chuvas, imediatamente a água escapa, foge, por gravidade, na direção das depressões do terreno, no caso, os riachos e rios. O subsolo da caatinga retém menos de 5 litros de água por área de 1m², durante o período das chuvas, lembrado que matematicamente 5 L/m² = 5mm de chuvas, lembrando também que o verão, sem chuvas no semiárido pode durar 10 meses, e a seca pode chegar a 13 meses; assim não tem vida que aguente; Mas tem solução.
Educação ambiental.
Viagem de pesquisa de educação ambiental cientifica ao Seridó-RN, tempo X; aqui , nesta fotografia, se vê um poço com água no Seridó-RN, que está virando deserto? De fato esta é a impressão que se tem mesmo para quem chega ao local; esse poço artificial existe aos milhares no Seridó-RN, uma ideia da EMBRAPA, secretaria de agricultura, IDEMA, IBAMA, INCRA (e outros) para a criação de crustáceos com SALMOURA extraída das entranhas da terra (lençóis) por intermédio de poços tubulares; isto foi divulgado no mundo (pelo Gov. RN) como solução para o Homem do semiárido ter uma fonte de renda garantida, já que a pecuária e agricultura FALIRAM por falta de água DOCE das chuvas; durante alguns anos a COISA parecia dar certo, até que os lençóis de SALMOURA secaram, e voltou a ZERO, como é tudo o que o governo e sua TURMA tem feito no Nordeste nos últimos 300 anos; Mas por que a "água" permanece no poço? Na REALIDADE não é água; é uma solução química com mais de 50 elementos químicos do chão, onde o teor de sal se aproxima da salinidade do Oceanos Atlântico, mas por isso mesmo, não evapora; enquanto a água doce no semiárido evapora 11 litros por m² da superfície ao dia, nesse poço de salmoura a evaporação não é maior do que 2L/m²/dia, provavelmente o mesmo teor de evaporação da superfície do Oceano; Mas há um outro desastre ambiental a vista: se chover suficiente para encher o poço, fazendo-o transbordar, todo esse sal vai correr para os rios, para os açudes, salinizando ainda mais a água e o solo do Seridó; Estas instituições (citadas e mais) estão totalmente perdidas com relação aos elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas no RN; Seriam úteis se não existissem; fora demônios!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Educação ambiental.
Viagem de pesquisa ambiental científica à região do Seridó-RN, tempo IX; o banheiro do balneário citado na postagem anterior, que recebe a SALMOURA do açude mostrado; certamente o abandono da casa-balneário, por parte dos donos da terra, e por qualquer pessoa do lugar ( O Nicolau fazia parte da minha equipe) se baseia no óbvio: sem água não tem banho; imagina-se que transformar a fazenda em balneário da caatinga tenha sido a única opção para que as terras lhe dessem renda, já que não há agricultura na catinga (mesmo que chova) e já não há como retornar á vocação pecuária que durou mais de 100 anos; em 2.012 80% do gado bovino morreram; em 2.013 não há o que se comer, não há água para se beber.
O agropecuarista do semiárido nordestino vai jogando, jogando com a vida.
O agropecuarista do semiárido nordestino vai jogando, jogando com a vida.
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