domingo, 3 de março de 2013

Educação ambiental;




A ÁGUA DAS CHUVAS TEM MUITOS BENEFÍCIOS PARA A VIDA QUE OUTRA ÁGUA NÃO TEM.

(13 razões para que o Homem pegue e guarde a ÁGUA da chuva)

1)             A chuva traz da atmosfera os 4 gases que compõem 96% dos corpos vivos: 65% de oxigênio, 10% de hidrogênio, 18% de gás carbônico e o NITROGÊNIO, principal nutrientes das plantas;
2) A água das chuvas umedece o chão por igual equilibrando a umidade do solo, bom para as plantas, bom para o clima;
3)             A água das chuvas vem da ATMOSFERA lavando o corpo da planta, de cima, por inteiro, desobstruindo os poros para transpiração, respiração e fotossíntese;
4) O OXIGÊNIO abundante das chuvas inibe o desenvolvimento de doenças causadas por microrganismos aeróbicos; a maioria;
5) Durante as chuvas não existe insetos na lavoura;
6) A chuva controla a umidade do Ar Atmosférico, fundamental para o clima;
7) A chuva é a única água potável no Nordeste, com pH 6,4 – nem ácida, nem alcalina;
8)  É ÁGUA DOCE pura e, portanto não precisa de tratamento ou filtragem;
9) Toda água da Terra vem das chuvas; a chuva é a única fonte de água doce da Terra;
10)      A chuva que cai no Território Brasileiro, POR ANO, dar para abastecer a Humanidade durante 113 anos;

11)      No semiárido nordestino de 890.000km² chove todos os anos, em média, 400 milhões de litros de água por quilômetro quadrado;

12)      Podemos CAPTAR e ARMAZENAR a água doce das chuvas, tal qual vem das nuvens, em qualquer lugar do semiárido: nos mangues, na areia da praia, nas chãs das serras, nas abas das serras, nas várzeas salinizadas;

13)      O Homem bebe, come e respira água doce das chuvas: são 50 litros para BEBER; lavar e cozer os alimentos; lavar a roupa, e a louça; tomar banhos; 500 litros de água doce para produzir um quilo de alimentos, no semiárido; cerca de 1.000 litros de água doce para criar e manter a cobertura vegetal que lhe fornece o oxigênio da Respiração, que pode ser as mesmas plantas que lhe fornecem os alimentos;


sábado, 2 de março de 2013

Educação ambiental.

No leito de um açude seco o fazendeiro tenta cavar um buraco a procura de água; a lama grossa, fedorenta, com muita matéria orgânica decomposta e microrganismos, é a única opção para o gado beber (e morrer); para a mentalidade do pecuarista do semiárido NE o gado que sobrar (se sobrar) é lucro; o comer do gado é subsidiado pelo governo federal, mas a água o governo não sabe fazer chuva, e as chuvas que Deus mandou de janeiro a fevereiro de 2.013 o  homem não soube pegar e guardar; se chover em 2.013 para juntar água nos açudes, probabilidade bastante remota, e der para criar pasto para o gado comer, o fazendeiro começa tudo novamente - compra algumas cabeças de gado e coloca-as no cercado da fazenda para morrerem de fome e de sede depois; normalmente, por influência política, sua  renda vem dos cofres públicos, um cargo, um emprego  numa repartição pública à qual nunca comparece para trabalhar; Mas o fato do fazendeiro ter instintivamente cavado um buraco no leito seco do açude em busca de água lembra-nos uma reportagem feita com um grupo de cientistas que faziam pesquisa em áreas secas da África, e perderam a fonte de água que transportavam;  fizeram contatos com um grupo de macacos da área, oferecendo-lhes doces, guloseimas doces, de modo que esses primatas iriam ter sede; de fato os animais se dirigiram para um oásis que estava a menos de 1 km (que os cientistas não sabiam), onde os primatas, Homens e macacos, se fartaram de água; A iniciativa do fazendeiro em questão é própria do instinto dos primatas; enquanto isto suas vacas (bovinos) não tem instinto para saber que morrerão a curto prazo ao beberem a lama do buraco.

Educação ambiental;

Estamos (fotografia) sobre a parede de um açude seco, vazio, no agreste RN, em 01-03-13, vendo-se o gado tentando encontrar, em vão alguma coisa para comer no chão; em 2.013 choveu nesta área 27 litros por m², em 4 precipitações, distanciadas uma das outras em mais de 10 dias, de modo que quando chega a 2ª chuva a água da primeira já desapareceu sem deixar vestígios; como se pode deduzir, a seca continua, mas já teve, em 2.013,  chuvas com 270.000 litros por hectare, 2.700.000 litros por km²; mais de 80% dessa água da chuva evaporou por conta do Sol intenso, e por conta  do vento seco, de baixa umidade; o restante dessa água foi para os corpos dos vegetais e se distribuiu no chão seco; A parte que ficou nos corpos dos vegetais compreende a criação de folhas nas plantas, e a germinação de sementes de capins; as plantas arbustivas e arbóreas continuam com as poucas folhas criadas, mas as sementes do capim que germinaram, morreram 10 dias depois de nascerem, já que não houve continuidade das chuvas para o processo de crescimento e reprodução. Para o açude tomar água as chuvas de janeiro e fevereiro de 2.013 deveriam ser mais que 100L/m², e para o açude encher as chuvas de janeiro a março deveriam ser maior que 400mm; para ser inverno acima de 800L/m² no semiárido só com o fenômeno La ñina; para receber menos de 300mm de chuvas, por ano, só com El ñino; Em 2.013 não tem Lã ñina, nem El ñino, e as chuvas não devem passar de 400L/m² de janeiro a abril ou maio, insuficiente para se fazer agricultura de subsistência (exceto mandioca e feijão macassar), e o pasto, alimento do gado, que nascer até abril, seca, morre até junho de 2.013, e assim teremos verão, sem chuvas, de julho até ás chuvas do  próximo ano (2.014); ao equacionarmos o problema que será causado pelo reduzido volume de chuvas em 2.013 surge naturalmente a solução: captar e armazenar a água doce das chuvas (300 ou 400L/m²) em 2.013 em quantidade e qualidade para TUDO - abastecimento urbano e produção de alimentos, e para isto captando-se a água DOCE tal qual vem das nuvens, e armazenada sem perda, sem fuga, sem contaminação, sem minerais, sem matéria orgânica, sem sujeira, com pH 6,4; Qual o volume de água das chuvas a ser captado  e armazenado? reservar 5% da área de cada município do semiárido para dezenas de projetos de captação e armazenamento de água das chuvas, extirpando-se a seca; A seca NE já tem 512 anos, e como conhecimento de CAUSA sabemos que se essa cultura do apocalipse BR ainda tiver 100 anos pela frente, o que é impossível aos olhos de Deus e da Natureza, não haveria a mudança.

Educação ambiental.

A vaca comendo as folhas  verdes da jurema, no semiárido; A jurema é uma leguminosa, e, como tal, goza dos benefícios de colher o principal nutriente das plantas - nitrogênio do ar; assim está enfolhada mesmo no verão, embora em determinada época do ano libere as folhas, por caducidade, para renovação e floração; a jurema é, depois da algaroba invasiva, a planta arbórea mais abundante depois que o Homem estuprou, com fogo, o Nordeste; as folhas são bom alimento para todo gado, mas são miúdas, e sempre acompanhada de espinhos curtos, mas robustos, que a arcada dentária do gado não consegue triturar, de modo que o animal corre sérios riscos de ser ferido (internamente) pelos espinhos; o Homem tem tecnologia para colher as folhas da jurema para alimentar o gado o ano todo; de fato, a seca, a fome, e a morte no Nordeste são apenas culturais; e pior: o Homem não quer mudar; é só esperar a morte  chegar;

Educação ambiental científica.

Vendo-se o gado do semiárido NE andando sem rumo, sem lenço e sem documento em 2.013 parece ao governo BR e tecnocratas que é um caso novo, por causa da seca; todos os anos o semiárido tem de 8 a 11 meses de verão (entra no ano seguinte quando as chuvas só aparecem em março ou maio); 90 dias após a última chuva do ano o pasto (alimento do gado) seca, perde água e nutrientes, e a massa orgânica vegetal seca não alimenta o gado; com 100mm de chuvas no semiárido, em 90 dias, a massa orgânica vegetal é multiplicada por 3, quando todos os arbustos e árvores criam folhas, flores, e  todas as sementes de capins nativos germinam; isto significa dizer que com 100mm de chuvas, o pasto do gado,  massa vegetal do semiárido é suficiente  para alimentar, por ano, um rebanho de gado 10.000 vezes maior do que  o comumente existente; o que o pecuarista deve fazer é empregar tecnologia para colher e armazenar o pasto in natura para alimentar o gado o tempo todo; enquanto isto a tecnologia oferecida, como silagem de pasto, está aquém da qualidade de ração natural que se pode dispor, seguramente.

Educação ambiental.

Seco, morto embaixo, e úmido em cima; 96% da vida na Terra são constituídos de elementos atmosféricos, mas a tecnologia agrícola só conhece os 4% do chão; o resultado desse desvio tecnológico é bem patente em toda Terra - fracasso na produção de alimentos; o Nordeste tem todos os problemas ambientais causados pela cultura arcaica, destrutiva brasileira, mas o semiárido NE tem problemas sociais relacionados à oferta de chuvas; O Brasil é um país privilegiado em termos de volume de água doce, EXATAMENTE por que recebe 2.000.000 m³ de água doce das chuvas por quilômetro quadrado, ao ANO; isto é a média entre os 3 m³ ( 3.000 litros) de água das chuvas por m² em grande parte da Amazônia Brasileira, e 0,5 m³ (500 litros) em parte (semiárido) da região  Nordeste; No Nordeste se produz 1 kg de alimentos (diversos) com 500 litros de água doce, que é a massa (média) de alimentos ingerida por uma pessoa, ao dia; 500L/m²= 1kg de alimentos; cada nordestino utiliza, em média, 50 litros de água para o abastecimento doméstico, por dia;  500L/m² de água das chuvas, ANO = abastecimento 1 pessoa/10 dias; Esta matemática no diz que não falta água doce para se produzir alimentos no NE e para o abastecimento urbano, desde que o Homem tivesse tecnologia para captar essa água diretamente das nuvens, e armazenasse em quantidade e qualidade, sem perda, sem fuga, sem contaminação; esse é o grande gargalho entre a oferta de chuvas no semiárido e a vida estabelecida; para se produzir 365kg de alimentos, de uma pessoa, ao ANO, são 182.500 litros de água doce, ou 182,5m³ de água; para o abastecimento de uma pessoa, ao ano, são  365x50= 18,25m³ + 182,5= 200m³ de água das chuvas captada em 200.000L : 500L= 400m², área para captar (e armazenar) a água  DOCE das chuvas para a produção de alimentos e abastecimento urbano de uma pessoa, ao ANO. O grande problema da tecnologia brasileira é  tentar (em vão) a vida no semiárido, com média de chuvas de 500L/m², como se estivesse no restante do Brasil; A seca para o Homem nordestino é por que chove no tempo que lhe parece errado, em valor que lhe parece pouco, no lugar que lhe parece estranho; a tecnologia brasileira está totalmente defasada no tempo e no espaço;

sexta-feira, 1 de março de 2013

Educação ambiental;

Postado agorinha no Twitter:
-A cobertura vegetal tem múltiplas funções na Terra, primordialmente alimento, remédio e respiração dos animais - é o 5º Elemento da Natureza;
-Embora toda água da Terra tenha vindo da atmosfera, com 90% das chuvas, a Humanidade subestima esse valor por que só olha pro chão.
-A água doce das chuvas no Brasil é (média) 2.000.000m³/km²/ANO; DAR, de sobra, para abastecer a Humanidade por mais de um Século; é Verdade!
-Usar é diferente de utilizar; usar é gastar, consumir, destruir; utilizar é tornar útil; o BR prefere usar água, solo, vida; assim não precisa PENSAR;
-As Leis da Natureza são ciência exata; se há 2 versões para um mesmo elemento ou variável atm., uma é falsa; e pior: as duas se eliminam.