quarta-feira, 27 de março de 2013

Educação ambiental;

Em primeiro plano uma planta verde no lajedo, e no horizonte algumas árvores dispersas; O lajedo é um deserto de pouca vida por que faltam 2 elementos naturais - solo orgânico e água; a planta nasceu no meio do lajedo na brecha da pedra fracionada, onde se acumula terra, e durante o  curto período das chuvas escorre, por gravidade,  água das chuvas  para o tronco da planta. No horizonte da fotografia um deserto de pouca vida criado pelo agropecuarista local ao longo de 100 anos; ao desmatar incondicionalmente sua terra, a flora tão comprometida com a água doce (e chuvas); com a formação e integridade do solo, com o clima foi reduzida a zero, se comparado à vegetação nativa; a agricultura, cultura agrícola também é vegetação, e somente por um curto período das chuvas se planta nessa área, e hoje raramente se faz agricultura por causa da agressão causada pelo desmatamento; A fauna e a pecuária se alimentam de vegetais que não existem; completa-se o ciclo de morte.

Educação ambiental.

Mundo morto; oficialmente não é caatinga semiárida, não é deserto árido, mas é deserto sem vida; Algumas árvores que se vê no horizonte são algaroba e juazeiro salvos do machado, foice, por que o juazeiro é sombra para o gado, e a algaroba tem vagens que alimentam o gado; Tudo preto, queimado pelo fogo do Sol de 40ºC; este terreno de cerrado no RN já teve solo orgânico mineral com 80 cm de espessura, onde se estabeleceu uma vegetação "cerrada" de árvores, arbustos, cipós, e no tempo das chuvas nascia uma infinidade de gramíneas e plantas rasteiras; terra boa para a agricultura e para o pasto do gado; O Homem foi desmatando a cada ano aumentando a área do "roçado", até desmatar toda a propriedade (cada propriedade), e hoje no agreste RN não tem 5% de vegetação nativa; como se vê na fotografia, o terreno arenoso é inclinado suavemente, e já se vê seixos que surgiram quando o solo foi arrancado pelo arado da capinadeira e pela erosão das chuvas e dos ventos;Hoje o solo está totalmente esgotado, e mesmo chovendo não produz agricultura de subsistência - milho, feijão e mandioca, enquanto a semente do pasto natural do gado está acabando. Realmente um desastre ambiental provocado pelo Homem, que continua a todo vapor, mesmo sem ter o que se queimar.

Educação ambiental.

Não é fumaça; é pó de pedras produzido por um britador que agride todas as formas de vida, inclusive causando várias enfermidades, tanto na pele, quanto nos órgãos internos das pessoas que trabalham no britador; Não é progresso; é retrocesso. O pó de pedras atinge, visualmente, um raio de 2km em torno da Serra Branca onde o britador está instalado.

Educação ambiental.

Cerração ou neblina na serra do semiárido, em pleno verão, com 40ºC ?
O que se vê nesta fotografia é pó de pedra disperso, em suspensão no AR, tudo produzido por um britador que está literalmente desmanchando a Serra Branca, junto a BR 304, município de Riachuelo-RN; além de contaminar as pessoas da área, afeta também os animais - gado e fauna (que restam vivos); agride as plantas: o pó de pedra se propaga bloqueando os poros de respiração das plantas, inclusive os estômatos das folhas, impedindo a fotossíntese.

terça-feira, 26 de março de 2013

Educação ambiental.

O que se vê nesta fotografia? uma rua calçada com pedras - paralelepípedos. Não é radicalismo; é REALIDADE;  O que para o Homem significa progresso, desenvolvimento, exatamente por que  está sendo agredido, mas não se dar conta, para a Natureza é um desastre de proporções catastróficas;  No lugar dessa rua de pedras havia parte da flora e da fauna local - milhares de elementos vegetais e milhões de elementos do reino animal foram expulsos para dar lugar á pedra; quando chovia a água se infiltrava no terreno criando e mantendo, facilitado pelas raízes das plantas, os lençóis de água subterrânea; hoje a água da chuva se choca com a pedra e escorre para a parte mais baixa, transtornos; com a eliminação da cobertura vegetal na área da cidade, todos os elementos da atmosfera foram alterados (degradação) com reflexos em uma área 10 vezes maior do que a área ocupada pela cidade (a atmosfera é dinâmica); ao alterar a cor do ambiente, antes ocupados pela vegetação e hoje ocupado por casas e pedras de cores variadas, predominante cinza (das pedras) o vento vai ficar doidão por excesso ou ausência, já que o comportamento do vento tem tudo a ver com temperatura e cor da luz ambientais. Se a pedra fosse branca a absorção de luz  solar seria menor, e a reflexão da luz seria maior; o fato da pedra ter a cor cinza ,é, para a luz, um meio-termo entre as cores preta e branca, mas não deixa de ser diferente da cor verde (550 milimicrons) das plantas, e portanto no centro do Espectro eletromagnético da Luz, como é Natural. Nenhum animal se sente feliz ao caminhar sobre pedras, lajedos, exatamente por que os pés, patas, não dispõem de proteção; e o que acontece com os pneus dos automóveis? o desgaste nas pedras irregulares, principalmente no eixo de tração, é 4 vezes maior do que no chão de barro, areia; quando pedra está quente, no caso, durante o dia, a borracha do pneu é mais agredida; quando chove, a pedra molhada, perde-se toda a estabilidade do automóvel; Para a Natureza essa pedra não deveria estar nesse ambiente; As casas de pedra (areia, cimento, tijolos, telhas, madeira) já são agressões, mas se as ruas não tivessem pedras (nem asfalto) o desequilíbrio ambiental não seria tão grave; Como se pode ver e sentir, cientificamente, por causa do seu automóvel o Homem virou o ambiente pelo avesso; Na prática e na  teoria o automóvel é uma arma de destruição em massa que não traz qualquer benefício para a flora e para para fauna; Não é radicalismo: é testemunhado todos os dia principalmente no no tráfego e no tráfico do Brasil; o Homem não abre mão do seu status, conforto do automóvel, mas está, com certeza, abrindo mão da vida; O Homem não poderá viver em detrimento das outras formas de vida.
Conheçam a "Cidade Racionalizada do Futuro" em dsoriedem.blogspot.com

Nova postagem.

Contra senso; tudo o que o Homem chama de desenvolvimento, na realidade é fator de destruição da vida. Não há qualquer exagero nessa afirmação, desde que o analista deste dsoriedem.blogspot.com  tenha "conhecimento" das agressões visualizadas (serão reais no local) nessa rua afastada em uma cidade do semiárido NE; 1) cor escura (preto/cinza) do asfalto - durante o dia, com Sol, a temperatura no asfalto é, a qualquer omento, 3 graus "C" acima da temperatura ambiental que para o calor de mais de 30º C do NE é um desastre em vários sentidos; o asfalto absorve o calor do Sol durante o dia, e à noite leva mais de 4 horas para dissipá-lo mantendo a temperatura mais alta; depois que dissipa o excesso de calor, o asfalto esfria (à noite) 3 a 4º C; significa dizer que todos os dias o asfalto é a causa da variação de 6º C na temperatura, afetando substancialmente (a saúde humana) a luz solar incidente e refletida, temperatura ambiental com mudança estranha; altera a direção e intensidades dos ventos; umidade do ar; 2) o asfalto impermeabiliza o terreno, e com qualquer chuvinha a água vai escorrer para um ponto mais baixo, causando enchentes, transtornos; 3) a cidade (do cidadão) em si já é uma grande agressão para a Natureza; 4) nenhum ser vivo se sentiria atraído a permanecer em um ambiente com asfalto, principalmente por que  o calor do Sol (no NE) força a saída de gases (do petróleo) altamente nocivos à respiração aeróbica. O Homem realmente é muito estranho, e confuso. Conheça, neste dsoriedem.blogspot.com, a "Cidade Racionalizada do Futuro"

Educação ambiental;

Em um prédio público da prefeitura nos deparamos com essa placa, com siglas e emblemas de vários órgãos governamentais, onde se destaca: Compra Direta local; Central de Distribuição Riachuelo. Para os 3 governos envolvidos - federal, estadual e municipal; para algum visitante que por ventura passa no local e veja a placa; para mais de 80% da população desse município, essa placa indica que é um posto onde se compra a produção agropecuária local, e também posto de distribuição desses produtos; Na realidade uma grande farsa: 1) não existe produção agropecuária nessa área do RN; 2) não existe qualquer produto armazenado no prédio para ser distribuído;