quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Dando continuidade ao argumento científico  de que a última espécie de hominídeos já tem delineada sua extinção, retratada na ocupação do Homem no Nordeste BR, aqui está mais uma escola abandonada, em ruína na zona rural; desta feita no agreste RN, em Riachuelo, e tem outras escolas nesse município, nas mesmas condições; a primeira impressão que fica é: 1) não teria alunos, por conta do abandono da zona rural, quando o Homem se viu obrigado pela SECA, a largar o trabalho do campo pelo emprego público (ou contratado) das prefeituras; 2) para o governo local é mais cômodo deslocar diariamente do campo para a cidade 20 ou 30 crianças, alunos que poderiam estudar aqui, do que deslocar da cidade para o campo 2 professoras; 3) poderia o ensino no Brasil ter evoluído a ponto de se ter na cidade material escolar e merenda que não poderiam ser utilizados no meio rural; 4) há 30 ou 40 anos atrás, quando a escola foi construída, havia alunos em número que justificava o investimento; 5) mesmo que não tivesse crianças para estudar nessa escola, as instalações não poderiam ser utilizadas, por exemplo, na alfabetização de adultos, se o analfabetismo nessas faixas etárias, aqui (no campo e na cidade) é um dos mais altos do mundo; 6) já que o homem abandonou a agropecuária, produção de alimentos no campo, com alegações inverídicas da seca, essas instalações não poderiam ser utilizadas para se ministrar e desenvolver formas de incentivos, assistência técnica para "segurar' o Homem na terra;
Todas as indagações( e pode haver mais) respondem: prova inconteste de INVOLUÇÃO da espécie humana, mas diferente desses itens de retrocesso intelectual, enquanto isto, na outra ponta, nos chamados países de 1º e 2º mundos, a involução: é drogas, armas de destruição em massa, agressões incondicionais ao solo, à água, à atmosfera - envolvimento insustentável -  o ciclo está se fechando, como aconteceu com as outras 13 espécies de hominídeos que foram extintas na Terra; nesse ritmo é impossível que a atual Humanidade esteja presente na Terra no ano 2.200 EC.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Ratificando a informação de que a extinção da última espécie humana na Terra está delineada na ocupação do Homem no Nordeste BR, aqui está mais uma obra do "faz de conta", que concorre para isto, junto à escola abandonada da postagem anterior, no município de Cerro-Corá-RN, onde se lê entre outros itens da falsa propaganda do governo e da comunidade científica BR: "ÁGUA DE BEBER"; "usina de dessalinização", junto a uma cisterna, tudo abandonado como impõem essa ideias criadas no Nordeste como modalidades da indústria da seca; Em uma área de 500.000km² do semiárido de 900.000km² toda água subterrânea até 100m de profundidade é salgada, e abaixo de 200m de profundidade não existe qualquer tipo de líquido; Toda água nos Oceanos, mares, lagos, rios, calotas, geleiras, subterrânea veio ou vem das chuvas; nas áreas do Nordeste onde a oferta de chuvas é maior que 1.000L/m²/ano a água subterrânea é doce, abundante, e estar a menos de 10m de profundidade, como é o caso da zona da mata, nordeste amazônico e Sul da Bahia; nos 400.000km² do semiárido, semiárido artificial criado pelo Homem, que inclui os brejos de baixadas, brejos de altitudes, cerrados, várzeas de rios, a oferta de água, oferta de chuvas,era maior que 1.000mm por ano, e a própria composição do terreno permitia-se a infiltração de mais de 20% da água das chuvas precipitadas, enquanto na área de caatinga (sem solo) a infiltração de água no terreno é insignificante, razão pela qual a água subterrânea, se houver, é salgada, por que: toda água das chuvas no Nordeste é e foi sempre água doce, que ao se precipitar no chão (litosfera) adquire elementos estranhos, podendo atrair para a molécula dezenas de minerais do chão, entre os quais  o sódio e o cloro, que podem eletronicamente se juntar formando SAL, cloreto de sódio na presença (e imposição) da água; Quando o poço, açude, lagoa, lençol subterrâneo recebe muita água doce das chuvas, a água armazenada é doce (ao nosso paladar), mas à medida que a água vai evaporando, sendo sugada desse ambiente pelos elementos naturais, ou extraída pelo Homem, a salinidade vai aparecendo; outro fator determinante da salinidade da água nos 500.000Km² do semiárido é que cloro e sódio são nutrientes minerais das plantas e dos animais, e como nessa área  a massa vegetal é muito baixa - 0,03m³m², e consequentemente a fauna, esses minerais - cloro e sódio são mais abundantes, e portanto livres, disponibilizados, do que em outras áreas do Nordeste; no caso do dessalinizador da fotografia, junto à escola, mostra que esse LIXO-líquido é proveniente de poços tubulares, trazido em carro-pipa, depositado na cisterna próxima à usina; outra informação que deve-se levar em conta é que a salinidade da água( como já dissemos) aumenta com a falta de suprimento por parte da água DOCE das chuvas, o que significa dizer "redução" no volume, e, se o Homem extrai o líquido do lençol (com motores ou cataventos) por intermédio do poço tubular, a tendência é que água fique mais salgada, e/ou seque; esse tipo de máquina de dessalinização é muito comum nos desertos do oriente médio e nos desertos dos EEUU e do México, onde a água subterrânea é salgada há milhões de anos, mas não é o caso do semiárido artificial nordestino, em pauta; Mas diferente dos desertos citados, onde a oferta de chuvas é muito baixa, inferior a 200mm/ano, nessa área do semiárido nordestino pode chover até 1.100mm/ano, embora recentemente venha testemunhando baixas precipitações anuais, por conta da ação predadora do Homem; de qualquer forma, como já mostramos em outras postagens, é possível captar-se água doce das chuvas, junto ao poço (em lonas plásticas) para injetar, por força da gravidade, essa água doe no poço, até saturar( o lençol) o espaço, a lacuna deixada embaixo da terra pela água que foi extraída ou fugiu; 300mm de chuvas são 300.000.000 de litros de água que poderiam ser captadas em um km² e injetados no poço; fazendo essa operação durante 3 anos, mantendo o poço tubular sempre cheio de água, o lençol subterrâneo será de água doce; São essas informações científicas que o governo e a comunidade científica deveriam PASSAR nas escolas para o Homem nordestino VIVER sem a seca, mas para essas BESTAS essas informações lhe parecem "coisas do outro mundo", e talvez não tenham interesse de que o Nordeste dê certo (é o mais  provável);é o FIM. Outro inconveniente dos dessalinizadores é que 66% dos resíduos  do processo são SALMOURA que é colocado em cima da terra, destruindo tudo, já que nas terras emersas os seres vivos são de água doce - comem, bebem e respiram água doce; Se querem água salgada por que não vão para o Oceano?  Lá não há necessidade de se cavar buraco (poço tubular) no chão para se ter salmoura - basta apanhar com uma "cuia".

Educação ambiental.

A extinção da última espécie de primatas hominídeo na Terra pode está  caracterizada na ocupação do Nordeste brasileiro; nesta fotografia o prédio enorme de uma escola em ruína na área rural de Cerro-Corá-RN; pelas dimensões o prédio com 4 salas de aulas destinavam-se ao ensino de pelo menos 120 jovens e crianças de um povoado próximo; é estranho que mesmo não estando sendo usado para o ensino, o prédio não tenha sido aproveitado em outras atividades dessa comunidade; Imagina-se o dispêndio de recursos e planejamentos dos órgãos governamentais para a construção dessas instalações, que inclusive tem a casa do(a) diretor(a) anexo, e depois de funcionar 20 anos ou mais, como escola, e sabendo-se que a população(e alunos) só tende a aumentar nesse período, de REPENTE não serve, não atende; logicamente só funcionava o "primário" da 1ª à 4ª série, pela manhã e à tarde, e que os alunos que concluíam a 4ª série tinham de ir para a cidade, sede do município, para prosseguir nos estudos; mas sempre haveria crianças para estudar o "primário" nessa escola; o deslocamento de jovens da área rural para a cidade é comum nos municípios do Nordeste, e hoje o governo federal   DOA ônibus apropriados, mas há 20 anos esse deslocamento era precário, inseguro em caminhão pau-de-arara, inadequado ainda mais para deslocar crianças do "primário", com até 10 anos de idade. Quanto desastre administrativo, quantos sonhos perdidos; Temos mostrado outras escolas abandonadas na zona rural do agreste e sertão RN, mas podemos acrescentar que o abandono não seja só da escola, mas do próprio ambiente rural; É mais provável que o abandono dessa escola tenha como causa a falta de alunos; na década de 50 e 60 (Século XX) o homem nordestino fugia da SUA SECA para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, já que não conseguia fazer agricultura e criar gado com os frequentes anos com oferta de chuvas abaixo de 300mm/ano; na década de 70 fugia para o Nordeste Amazônico MA/PI, ou para a transamazônica, de tal forma que as terras, as fazendas dessa área foram abandonadas; nesse período de 50 a 70 havia  casos em que as cidades perdiam população ano, a ano, isto depois do governo esgotar todas as ideias e formas de manter o Homem na terra - açudes, poços tubulares, cisternas, Etc ainda em voga, que não funcionam, mas hoje o assistencialismo, paternalismo  convencem (e viciam) o Homem; o Nordeste Brasileiro tem 3 áreas que somam 630.000km², maior do que a Região Sul, aonde jamais faltou água doce para se fazer agricultura e se criar gado: 90.000 km² da Zona da Mata; 190.000 km² do Sul da Bahia; 350.000km² do Nordeste Amazônico; enquanto isto o Nordeste produz menos de 30% da massa de alimentos que consome, e tem 20 milhões de nordestinos, com mais de 12 anos de idade, que ingere, por dia, menos de 1.000 Kcaloriras; dosriedem.blogspot.com, Educação ambiental científica, conclui: As escolas construídas na zona rural do NE estão abandonadas, esvaziadas por que ao invés de se ENSINAR o Homem local a VIVER sem a seca, o propósito (e proposta) é alimentar-se a seca com modalidades da indústria da seca, com ideias absurdas, infrutíferas, sobejamente fracassadas, a forma de manter o Homem sempre carente, sujugado ao poder econômico, administrativo que englobam o poder político, e assim, dependente, formar os currais eleitorais manipulado pela elite até hoje.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Educação ambiental.

A INVOLUÇÃO do Homem na Terra está retratada na ocupação do Homem no Nordeste; Dando prosseguimento à introdução da postagem anterior, quando abordamos a causa da extinção  de 13 espécies de hominídeos nos últimos 10 milhões de anos, tudo atribuído a sua inabilidade ás transformações que aconteceram naturalmente nesta  nossa NAVE sideral, a Terra, estamos, neste estudo comparativo, projetando o futuro do Homem no Nordeste, a partir do que supostamente seria evolução; Nesta fotografia uma casa no meio da caatinga do RN, fechada, mas com um poste de eletrificação, uma cisterna ligada aos beirais da casa por um sistema de canos, obra do progresso; também um prédio abandonado, que teria sido uma escola na zona rural, também "progresso", desenvolvimento do Brasil.
Na época que a escola foi construída, a partir de um planejamento que obedecia normas do governo brasileiro, era uma forma de levar educação, instrução ao Homem (jovens, crianças) do campo, da área rural; a escolha do local para a construção do prédio da escola obedecia ao número de habitantes nessa área; do lado esquerdo, uma sala de aula, e à direita a secretaria e direção da escola; provavelmente a diretora e professora vinham da sede (cidade) do município, ou vinham para casa de amigos, familiares onde passavam a semana dando aula; 30, ou mais alunos com  séries diferentes do ensino primário, do 1º ao 3º ano pela manhã, e 4ª e 5ª série à tarde; livros, material escolar do governo, muito pouco; lápis, caneta, borracha adquiridas pelos pais dos alunos, também deficitários; de 20 alunos que conseguiam terminar a 5ª série, um ou outro conseguia ingressar no ADMISSÃO ao colegial; crianças com mais de 7 anos de idade, e jovens que  estudavam pela manhã, ajudavam os pais à tarde nas tarefas da roça; o mesmo aconteciam com quem estudava à tarde, ajudavam-se no "roçado", pela manhã na lida com a "criação" de caprinos, ovinos, bovinos, e com os animais de montaria - equídeos,  muares que os levariam à feira (no sábado, ou no domingo)livre na cidade (sede do município, ou vizinho); plantavam-se (na época das chuvas) milho, feijão, batata doce, jerimum; criava-se as vacas e as cabras que davam leite, até para fazer queijo; criavam-se ovinos e caprinos para fornecer carnes; galinhas para ovos e carne, e ainda sobrava os bichinhos para ser vendidos nas cidades, para comprar-se o que a "roça" não produzia; Alumas coisas que não dava para se comprar com essa produção, comprava-se FIADO na "bodega", no armazém de panos(tecido, roupa) e calçados, e no final do ano pagava-se com a apanha de algodão; Quando era ano de El ñino, que acontecia de 8 em 8 anos, os 300mm de chuvas não davam para se plantar e se criar gado; o inverno normalmente começa em janeiro no semiárido, e já no mês de dezembro do ano anterior preparava-se  o roçado para o plantio, havendo quem plantasse no (chão) seco já contando com a chuva em janeiro, mas se até o mês de abril a chuva não chegasse, era seca; Aí o governo federal mandava mercadoria para manter o Homem nordestino nas frentes de trabalho, trabalhando de segunda a sexta feira em troca de 4 a 5 kg de gêneros de primeira necessidade, quase sempre mercadoria de má qualidade: arroz com gorgulhos, feijão que não cozinhava, jabá  mofada, Etc; nessas frentes de emergência cava-se um buraco no chão para entupir outro buraco, sem qualquer fundamento - uma forma de manter o Homem ocupado, que na sua ingenuidade agradecia aos homens do "poder" pelo "comer"; se o homem conseguia fugir do Nordeste para o Sudeste, ou para o Sul, vendendo tudo o que tinha para a viagem, quase sempre era tratado nessas regiões como sub-raças, analfabeto, ignorante. O governo construía açudes, poços tubulares, ETC como suposta solução para o semiárido, mas a partir de 1.970 o clima ficou doidão: quando não eram enchentes acabando com as cidades da zona da mata NE e, arrombando os açudes do sertão, era 3 a 4 anos de invernos inferiores a 200mm por ano; os açudes não tomam água, os lençóis subterrâneos se esgotando, ou ficando salgado; o semiárido CONGELOU nessa situação, o Homem do campo fugiu para as cidades do NE, já que nas regiões Sul e Sudeste, mais desenvolvidas, a miséria campeia igualmente, e pior: violência, praga, doenças, morte.

Educação ambiental.

Em 10 milhões de anos em que o primata Hominídeo foi criado na Terra, 13 espécies já desapareceram por inabilidade as mudanças climáticas, meteorológicas; Todas as mudanças que levaram a extinção  dessas espécies de primatas hominídeos são naturais; Há 1,5 milhões de anos Criador de TUDO, do Universo, e da Vida na Terra, resolveu investir no Homem, habilitando-o a ser vida inteligente na Terra, a partir da dotação de um Espírito adimensional, eterno, indivisível, onipresente, universal, sobrenatural, culminando com o Homo Sapiens (sabe que..), Ser humano corpo, mente e espírito,  há 7.526 anos, que poderia, como ser inteligente chegar a condição de Homo Sapiens Sapiens (sabe que sabe), evoluindo indefinidamente, e já não um corpo animal terráqueo, de matéria, mortal, mas um cidadão UNIVERSAL capaz de se estabelecer em qualquer parte do Universo, e como TAL dominando, com conhecimento, todas  as leis que regem o Universo, isento da ação de qualquer fenômeno físico da Terra; Esta explicação sobre a origem do homem, transformação em Ser Humano, é para justificar a presença do Homem nessa área do Nordeste Brasileiro, uma avaliação de sua adaptabilidade, sua evolução, e consequências;
O Brasil nasceu no Nordeste, exatamente na zona da mata nordestina, uma das áreas mais férteis e úmidas da Terra, berço da mata Atlântica, uma exuberância de vida animal e vegetal ímpar; Pero Vaz de Caminha disse da zona da mata nordestina: olhando-se para o sertão (interior do Continente) até onde a vista alcança é terras e água infindas; Aqui em se plantando tudo dar; Durante 200 anos ou mais a zona da mata NE sustentou, não só o NE, mas o Brasil, com literatura, cultura, política, e economicamente; Hoje, a zona da mata nordestina é um segundo maior bolsão de miséria do Nordeste, aonde estão 6 Capitais de Estados do Nordeste abarrotadas de favelas, drogas, prostituição, violência; Na época da colonização do Brasil todos os rios, córregos, e riachos da zona da mata nordestina eram perenes; hoje, 60% desses são temporários, e todos os que ainda tem fluxo correndo no leito são contaminados com esgotos das cidades, lixo, ácidos, venenos, derivados de petróleo; Todas as cidades da zona da mata nordestina estão com problema no abastecimento de água potável. Quando à casa da fotografia no sertão RN, vamos dar maiores explicações nas postagens seguintes, mas desde já destacamos a  cisterna que capta o lixo do telhado da casa, quando chove, e o poste com energia elétrica, que na visão do Homem seria evolução.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Na postagem anterior vimos um rio seco na subida da Serra de Santana (altitude de 400m) município de Cerro-Corá-RN, um afluente do rio Potengi; Aqui o rio dos ventos, afluente do Rio Ceará-Mirim-RN, numa altitude inferior a 200m, com pequenas serras (250m de altitude) no horizonte, cabeceiras desse rio SECO, morto (nascentes); o fato do rio estar em uma área ligeiramente  plana  faz com que a calha seja larga (se comparada à calha do rio da postagem anterior); mas enquanto a área do rio da postagem anterior recebeu menos de 100mm de chuvas em 2.012, e menos de 150mm de chuvas em 2.013, as nascentes do rio dos VENTOS recebeu 150mm em 2.012, e mais de 400mm em 2.013, e mesmo assim está seco; Caiçara do rio dos ventos é uma área de transição entre o agreste-RN e o sertão RN; comparando-se os rios dessas 2 postagens, distanciados em cerca de 80km um do outro, conclui-se que essa pequena distância é suficiente para que as duas áreas recebam, no mesmo ano, oferta de chuvas diferentes; que o relevo diferente nas duas áreas dos rios é  determinante da largura do leito do rio, da profundidade da calha do rio; determinante da correnteza de água (celeridade); Mas o tipo de terreno, chão, também é fator determinante do volume de água no rio, versus ofertas de chuvas: enquanto o rio dos ventos está seco em 2.013, com mais de 400mm de chuvas nas cabeceiras (e em todo seu corpo), com 400mm de chuvas na área do rio da postagem anterior os açudes construídos naquele rio TERIAM enchido, e poderia ter água corrente no seu leito em 2.013; Cada centímetro quadrado da Terra tem seus valores eco ambientais particulares.

Educação ambiental.

Rio na subida (na aba ) da Serra de Santana, município de Cerro-Corá, afluente do rio Potengi, fotografia do dia 20-07-2.013,  já com 800 dias sem ter água corrente no leito; em destaque 2 poços tubulares com cataventos e alguns coqueiros nas margens do rio; a localização desse rio no meio da serra, com elevações íngremes nas laterais, fechando a calha do rio,  imprime uma grande correnteza de água (na época das chuvas) e conseqüentemente não há várzeas, como acontece nos rios do sertão baixo; os poços (2 ) tubulares com torres de ferro dos cataventos, e os coqueiros estão há menos de 20 anos no local, já que até a década de 70 ( Século XX) esse rio era caudaloso no período das chuvas, com água de grande correnteza que levava tudo o que estivesse na frente, dentro da sua calha; 4 a 5 meses com água corrente no seu leito; a camada de areia lavada, assentada em lajedos impermeáveis tem camada (esponja) com espessura maior que 10m de espessura, ficando saturada de água, permitindo cacimbas que forneciam água doce para o abastecimento doméstico das casas das fazendas ribeirinhas, e para o gado beber durante o verão; à medida que a água ia sendo coletada, extraída para esses fins, o nível da água do lençol baixava, até que as chuvas do ano seguinte faziam o suprimento de água na areia da calha do rio, mesmo que não tivesse enchentes, enxurradas; Qualquer chuva  maior que 20mm  fazia com que a água precipitada nas abas das serras laterais ao rio escorresse, por gravidade (acelerada) para a camada de areia; o grande número de rios e riachos temporários no sertão, inclusive nessa área da Serra, atraía fazendas de gado para essa área, lembrando que essas terras acidentadas cheias de pedras, lajedos, não servem para agricultura; cada fazenda fazia seu açude no rio, como forma de aumentar a disponibilidade de água, 2, ou 3 açudes no mesmo rio, um a cada 3km do percurso do rio temporário, hoje, rio seco; com a redução na oferta de chuvas, como aconteceu em 2.012 e 2.013 os açudes não tomam água; com a redução na oferta de chuvas, abaixo de 200mm/ano, baixas precipitações, não chega água DOCE das chuvas (suficiente) na areia do leito do rio, e a pouca água retida no lençol fica salgada; é aí que o governo, os técnicos e proprietários de terras apelam para os poços tubulares (2 na fotografia) de até 60m de profundidade, já que nas cabeças dessas bestas, se não tem água em cima, água doce da CHUVA, tem água boa embaixo da terra; pura ilusão: a pouca água salgada do poço tubular não dar nem para o gado beber; A tendência do poço é secar totalmente, como já acontece no Seridó.