sábado, 17 de maio de 2014

Educação ambiental.

Estamos postando sobre essas várzeas largas, planas do agreste RN que o OME semiárido, na sua estupidez, transformou em um inferno ambiental, e que para a comunidade cientifica brasileira não há qualquer forma, tecnologia que possa converter essas terras em áreas úteis, por conta da alta salinidade do chão e da água, que atinge até os lençóis subterrâneos a 5m de profundidade; Nos poços que criados pela  água corrente das chuvas a salinidade é de  2g por litro de água; a água da chuva que escorre no riacho, deixa nas nas barreiras de argila das margens, uma camada de SAL de cor cinza, o nitrato de sódio. Nenhum peixe ou sapo consegue sobreviver nos poços que ficam no riacho. Os cacimbões que existiram nessas várzeas, há 60 anos, o Homem os entupiu porque a salinidade do CALDO é muito alta, destruindo qualquer organismo que tentar ingeri-lo. As várzeas foram transformadas em um deserto sem vida, um inferno ambiental. Mas inda tem jeito, e pode dá certo.

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