domingo, 11 de maio de 2014

Educação ambiental.


2)Problemas e soluções ambientais. Educação ambiental – continuidade.Foto 1.

   O Homem é o centro e a razão de tudo o que acontece ou deixa de acontecer no Planeta Terra, porque é o único ser vivo que pode ser racional – ter ciência e consciência. Esta regra é exigida (mas não cumprida) também  na cultura brasileira. Educação ambiental é – Meio Ambiental e Ecologia.

 Todos os ramos da ciência humana deveriam convergir, (ou depender) na essência, para a educação ambiental.
 O Informativo O Veredicto é potencialmente instrução, educação e cultura relacionadas com o ambiente, a vida e o homem nordestinos. Sabemos da importância do conhecimento desse assunto para a sobrevivência do homem nordestino, mas, sendo parte desse “meio” social e cultural conhecemos a dificuldade em expor uma matéria que ainda é estranha na literatura brasileira; a seca a fome, e a morte prematura  no Nordeste são frutos do analfabetismo científico/cultural.
Na seção 3 deste Veredicto mostramos que a seca e a fome não tem nada a ver com escassez de água doce, escassez de chuvas, como erradamente se afirma no meio acadêmico; que o semiárido nordestino recebe todos os anos, das chuvas, de 300 a 600 litros de água por metro quadrado, água doce pura, gratuita, abundante, única água doce potável do Nordeste, mas que as formas de captação  em terreno salinizado e no telhado sujo das casas; e o armazenamento da água das chuvas nos açudes e nas cisternas são incompatíveis em volume e qualidade da água.
Em outros Veredictos publicamos as duas únicas opções para se UTILIZAR essa água doce excedente, sem provocar qualquer dano ao ambiente ou à vida, água suficiente para o abastecimento urbano e para se fazer agropecuária durante os 365 dias do ano.
Vamos aos números: o volume de água necessário para uma pessoa, por dia, para as atividades domésticas, incluindo 3 litros de água doce para beber, é de 50 litros; o volume de água doce necessário para se produzir 1.450 gramas de alimentos para as 3 refeições diárias, café almoço e jantar, é de 600 litros por dia. A Região nordestina produz menos de 30% do alimento que consome e 20 milhões de nordestinos recebe, cada indivíduo, menos de 1.000 calorias nas refeições diárias, condição que lhe atrofia o corpo, a mente e reduz as defesas do organismo, facilitando as doenças;
Mas não é só o Nordeste que está sofrendo com essa seca (e fome) cultural: outras regiões do Brasil vêm sofrendo períodos prolongados de estiagens e em seguidas enchentes devastadoras; 60% da humanidade, cerca de 3.600.000.000 de pessoas, estão passando pela mesma realidade – degradação do solo agrícola e contaminação (ou escassez) da água doce para se produzir alimentos;
Mas o Brasil ainda há conserto, ainda tem jeito – é o que fazemos a cada mês com o lançamento do Veredicto. Todas as medidas adotadas pelo governo brasileiro e comunidade científica só agravaram o problema. Se o Brasil não mudar esse comportamento destrutivo com os bens naturais, com a vida, só lhe resta a morte.
A educação no Brasil, principalmente a educação ambiental é pura estupidez, porém era pior antes da ECO 92 (1.992). A Ecologia e o Meio Ambiental são subjetivos de menor importância; os professores formados antes de 1.992 não conseguem acompanhar o volume de informações, desse tema,  divulgadas hoje nos meios de comunicação, e os professores formados nos últimos 10 anos receberam informações estranhas com relação ao ambiente e a vida no Brasil, o que concorre para que esses profissionais sejam  nocivos,  maléficos.
Com o dinheiro público o governo consegue acelerar o processo de destruição do ambiente brasileiro. É imprescindível que a comunidade científica passe por uma reciclagem de educação ambiental, porque, pela fé de ofício que  goza no meio acadêmico e junto à população, torna-se verdadeira “bomba” de efeito devastador para  a vida  do Brasil.

O Brasil ainda é autossuficiente na produção de alguns alimentos, mas a continuar nesse imediatismo, falta de compromisso, irresponsabilidade, incompetência, “chute” com as leis naturais, a Nação brasileira desaparece da face da Terra até o ano 2.100, principalmente porque Mãe-natureza vai revidar as atrocidades ambientais levadas a efeito pelo homem brasileiro em 500 anos de USO do meio-ambiente do povo (como está escrito no Art 225 da Constituição Brasileira de 88).
Vamos ter grandes estiagens em todas as regiões do Brasil, faltar para o abastecimento urbano, seguidas de enchentes catastróficas; surgirão fenômenos atmosféricos novos; as grandes cidades e Capitais vão sofrer racionamento de água, inclusive em Belém-PA, que já foi conhecida como a capital mundial da água doce.
Temos certeza que as verdades científicas  divulgadas em O Veredicto não vão sensibilizar os brasileiros enquanto der para levar tudo no “chute”, na “tentativa”, na base do faz de conta, porque, segundo dizem, o brasileiro só fecha a porta depois de roubado e, se o mal acontece dentro do país,  fechar a porta(a saída) é acelerar o processo de combustão; é  imprimir a explosão.
 A alegação de que o Mar gera muito oxigênio, se contradiz que gera monóxido e dióxido de carbono;

Dizer-se que a água do Mar pode ser dessalinizada para o abastecimento da Humanidade é MENTIRA; até  o ar junto ao Mar é salgado, prejudicial à respiração aeróbica.

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