2)Problemas
e soluções ambientais. Educação ambiental – continuidade.Foto 1.
O Homem é o centro e a razão de tudo o que
acontece ou deixa de acontecer no Planeta Terra, porque é o único ser vivo que
pode ser racional – ter ciência e consciência. Esta regra é exigida (mas não
cumprida) também na cultura brasileira.
Educação ambiental é – Meio Ambiental e Ecologia.
Todos os ramos da ciência humana deveriam convergir,
(ou depender) na essência, para a educação ambiental.
O Informativo O Veredicto é potencialmente
instrução, educação e cultura relacionadas com o ambiente, a vida e o homem
nordestinos. Sabemos da importância do conhecimento desse assunto para a
sobrevivência do homem nordestino, mas, sendo parte desse “meio” social e
cultural conhecemos a dificuldade em expor uma matéria que ainda é estranha na
literatura brasileira; a seca a fome, e a morte prematura no Nordeste são frutos do analfabetismo
científico/cultural.
Na
seção 3 deste Veredicto mostramos que a seca e a fome não tem nada a ver com
escassez de água doce, escassez de chuvas, como erradamente se afirma no meio
acadêmico; que o semiárido nordestino recebe todos os anos, das chuvas, de 300
a 600 litros de água por metro quadrado, água doce pura, gratuita, abundante,
única água doce potável do Nordeste, mas que as formas de captação em terreno salinizado e no telhado sujo das
casas; e o armazenamento da água das chuvas nos açudes e nas cisternas são
incompatíveis em volume e qualidade da água.
Em
outros Veredictos publicamos as duas únicas opções para se UTILIZAR essa água
doce excedente, sem provocar qualquer dano ao ambiente ou à vida, água suficiente
para o abastecimento urbano e para se fazer agropecuária durante os 365 dias do
ano.
Vamos
aos números: o volume de água necessário para uma pessoa, por dia, para as
atividades domésticas, incluindo 3 litros de água doce para beber, é de 50
litros; o volume de água doce necessário para se produzir 1.450 gramas de
alimentos para as 3 refeições diárias, café almoço e jantar, é de 600 litros
por dia. A Região nordestina produz menos de 30% do alimento que consome e 20
milhões de nordestinos recebe, cada indivíduo, menos de 1.000 calorias nas
refeições diárias, condição que lhe atrofia o corpo, a mente e reduz as defesas
do organismo, facilitando as doenças;
Mas
não é só o Nordeste que está sofrendo com essa seca (e fome) cultural: outras
regiões do Brasil vêm sofrendo períodos prolongados de estiagens e em seguidas
enchentes devastadoras; 60% da humanidade, cerca de 3.600.000.000 de pessoas,
estão passando pela mesma realidade – degradação do solo agrícola e
contaminação (ou escassez) da água doce para se produzir alimentos;
Mas
o Brasil ainda há conserto, ainda tem jeito – é o que fazemos a cada mês com o
lançamento do Veredicto. Todas as medidas adotadas pelo governo brasileiro e
comunidade científica só agravaram o problema. Se o Brasil não mudar esse
comportamento destrutivo com os bens naturais, com a vida, só lhe resta a
morte.
A
educação no Brasil, principalmente a educação ambiental é pura estupidez, porém
era pior antes da ECO 92 (1.992). A Ecologia e o Meio Ambiental são subjetivos
de menor importância; os professores formados antes de 1.992 não conseguem acompanhar
o volume de informações, desse tema, divulgadas hoje nos meios de comunicação, e os
professores formados nos últimos 10 anos receberam informações estranhas com
relação ao ambiente e a vida no Brasil, o que concorre para que esses
profissionais sejam nocivos, maléficos.
Com
o dinheiro público o governo consegue acelerar o processo de destruição do
ambiente brasileiro. É imprescindível que a comunidade científica passe por uma
reciclagem de educação ambiental, porque, pela fé de ofício que goza no meio acadêmico e junto à população,
torna-se verdadeira “bomba” de efeito devastador para a vida
do Brasil.
O
Brasil ainda é autossuficiente na produção de alguns alimentos, mas a continuar
nesse imediatismo, falta de compromisso, irresponsabilidade, incompetência,
“chute” com as leis naturais, a Nação brasileira desaparece da face da Terra
até o ano 2.100, principalmente porque Mãe-natureza vai revidar as atrocidades
ambientais levadas a efeito pelo homem brasileiro em 500 anos de USO do
meio-ambiente do povo (como está escrito no Art 225 da Constituição Brasileira
de 88).
Vamos
ter grandes estiagens em todas as regiões do Brasil, faltar para o
abastecimento urbano, seguidas de enchentes catastróficas; surgirão fenômenos
atmosféricos novos; as grandes cidades e Capitais vão sofrer racionamento de
água, inclusive em Belém-PA, que já foi conhecida como a capital mundial da
água doce.
Temos
certeza que as verdades científicas
divulgadas em O Veredicto não vão sensibilizar os brasileiros enquanto
der para levar tudo no “chute”, na “tentativa”, na base do faz de conta,
porque, segundo dizem, o brasileiro só fecha a porta depois de roubado e, se o
mal acontece dentro do país, fechar a
porta(a saída) é acelerar o processo de combustão; é imprimir a explosão.
A alegação de que o Mar gera muito oxigênio,
se contradiz que gera monóxido e dióxido de carbono;
Dizer-se
que a água do Mar pode ser dessalinizada para o abastecimento da Humanidade é
MENTIRA; até o ar junto ao Mar é
salgado, prejudicial à respiração aeróbica.
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