quinta-feira, 5 de junho de 2014
Educação ambiental.
Sr Francisco Martins de Souza, assentado no loteamento lagoa nova, agreste RN, desde 1.999; nesses 14 anos a família triplicou, mas está cada vez mais pobre, dependente das esmolas do governo; nos primeiros anos desse período trabalhava no seu lote de terra, quando chovia, e em grande parte do ano trabalhava de pedreiro nas cidades vizinhas, ou na Capital- Natal - RN; aposentou-se pelo INSS, recentemente, mas o salário (mínimo) não dá para sustentar a família, e tem de fazer carvão para vender, atividade que está sendo interrompida porque contraiu várias doenças respiratórias por conta da fumaça e da fuligem da queimada de madeira, na carvoeira; em 14 anos de assentado, somente nos anos de 2.000, 2.004, 2.008, 2.009 e 2.011 consegui produzir milho e feijão, que depois de secos (os grãos) são vendidos para comprar outros mantimentos; Com a agropecuária paleolítica praticada no NE, é IMPOSSÍVEL sobreviver com as atuais condições climáticas; enquanto isto o governo tenta manter o Homem nessas agrovilas, com esmolas, e obras de fantasia (como já foram vistas); isto é, campo de concentração, onde a família assentada está submetida a todo tipo de privação.
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