sábado, 21 de junho de 2014

Educação ambiental.

3) o homem da terra no maltrato com o SOLO que gera vida(Gn1,11-12; 1,25 e 2,7). Nas duas primeiras Seções deste Veredicto vimos que todas as formas de vida na Terra dependem essencialmente da intelectualidade do Homem, único ser vivo que pode ser racional. A vida depende dos 4 elementos da Natureza e suas variáveis atmosféricas, que o homem vem modificando, para mais ou para menos, refletindo-se no desequilíbrio ambiental estabelecido pela Natureza. Se o homem tem essa capacidade de degradar, destruir o ambiente, certamente teria, se quisesse, condições de proporcionar o equilíbrio, adequando as variáveis atmosféricas às necessidades das formas de vida, harmonicamente.Um dos fatos que deve chamar nossa atenção é que as variáveis atmosféricas são interdependentes, de modo que alterando a cor, textura, porosidade, composição mineral do solo, automaticamente são modificados a incidência e reflexão da Luz Solar, a direção e intensidade dos ventos, a umidade do solo e do Ar Atmosférico, mas principalmente porque o solo, litosfera é o depósito armazenador (açudes, lagos e água subterrânea) da água das chuvas que não existe na maior parte do ano – no verão de 8 a 11 meses. A salinidade da água dos açudes e dos lençóis subterrâneos vem do cloreto de sódio (embora existam outros cloretos e nitratos) formado por cloro e sódio que são micronutrientes das plantas e dos animais. Toda água armazenada no chão (na litosfera) absorve o cloro e o sódio do chão, porque(como vimos) a água é o solvente da Natureza. Toda água armazenada na litosfera tem SAL, mas a salinidade vai se tornar mais alta à medida que a água não é renovada com água doce das chuvas; todo açude ou barragem que passar 1.000 dias sem sangrar(sem ter a água renovada) atinge um teor de sal insuportável para os animais e para as plantas, ou seja, imprópria para a vida nas terras emersas.A tecnologia do homem já deveria ter evoluído a ponto de armazenar a água das chuvas, para beber e produzir alimentos no verão, sem que essa água tivesse contato diretamente com o chão, e ainda, sem perda por evaporação no Ar e infiltração no solo. A tecnologia já deveria ter evoluído com acesso de todos os produtores (agropecuaristas) de alimentos para conhecer o pH do solo e da água, lembrando que a área onde se pode produzir agropecuária, na Terra, é menor que 850.000.000km², 1/6 da superfície da Terra, que deveria alimentar mais de 6.000.000.000 de pessoas, sem falar nos outros animais da Terra, inclusive nos Oceanos que dependem da matéria orgânica produzida nessa área.Lembrando que o volume do Planeta Terra é 783 vezes maior do que o volume de água(doce e salgada) na Terra( de fato, não é o planeta água).A humanidade Não conseguirá sobreviver na água salgada dos Oceanos.Se o cloro  e o sódio que formam o cloreto de sódio são nutrientes dos seres vivos, significa dizer que quanto mais vida, menos Sal na terra, particularmente a vegetação, alimentos de todos os seres vivos, inclusive de si mesmo. Esta matemática e o desmatamento bestial do Nordeste mostram claramente que o homem brasileiro está, com sua tecnologia, na contramão da vida. A Região Nordeste (e todo o Brasil) nasceu em função da produção de alimentos; esta foi a razão da imigração do índio há 20 mil anos e foi a razão da invasão dos portugueses há 500 anos.Para o Nordeste dá certo é preciso que se busque, já, uma tecnologia acessível a todos os municípios agrícolas, dotando-os com laboratórios de análise e pesquisa do solo e da água, e armazenando 10% da água da chuva precipitada a cada ano, sem contaminação com o chão e sem fuga.Os rios do Nordeste (perenes e temporários) desperdiçam (em média) diariamente no Mar do Nordeste, 4.000.000.000.000m³ de água, proveniente das chuvas, mas apenas 20% dessa água ficaram nos reservatórios, nos corpos de vegetais e nos lençóis subterrâneos, água que vai desaparecer de cena(evaporação, infiltração+) durante o verão de Sol intenso; segurando-se 10% dessa água doce não haveria a seca: seriam suficientes para o abastecimento urbano e para se fazer agropecuária durante os 365 dias do ano. O melhor dessa história é que essa água (das chuvas) vem todos os anos em cada metro quadrado do território nordestino, de modo que toda cidade terá sua própria água doce, pura, gratuita, abundante, e todo agropecuarista terá na sua propriedade água das chuvas para todas as suas necessidades; isto não é utopia; é ciência exata da natureza ao alcance de qualquer pessoa com o mínimo de racionalidade. A região Nordeste é a única região do Brasil que tem 4 estações chuvosas diferentes – no Nordeste Amazônico, na zona da mata, no agreste e no sertão.Na Região Nordeste tem chuvas de janeiro a dezembro.


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