sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014


Anexo: CD com ciência ambiental.



Ilustríssimo (a) Senhor (a) Redator-chefe da Revista National Geographic Brasil.


  Vez por outra, com intervalos de meses, compro um exemplar dessa Revista, notadamente quando um assunto de capa me chama a atenção, como aconteceu em outubro 2.008 com “A destruição silenciosa do cerrado”. Aproveito a sugestão “escreva para nós”, página 8, para apresentar à Diretoria dessa Revista a única informação científica que trata do Ambiente e da Vida do Nordeste Brasileiro, e, portanto, inédito e estranho à formação intelectual de V.Sa. +.
   Espero que o meu esforço e consideração em fazer essa remessa de material científico possam se reverter no empenho de todos os que fazem essa Revista na análise criteriosa do mesmo, absorvendo conhecimento, assimilando a cultura da conscientização e democratização da ciência ambiental, tendo em vista que a literatura ambiental brasileira é um festival de bobagens traduzida na letra do samba do crioulo doido, registrada no Art. 225 da Constituição Brasileira e difundida nos gibis que circulam na Pátria Amada BR, onde “desenvolvimento sustentável” é fator de desintegração da vida – envolvimento insustentável, lixo cultural herdado das culturas indígena da pedra lascada + portuguesa medieval + africana da pedra polida= estupidez, insensatez, irracionalidade em toda plenitude.

 De acordo com o acolhimento desse material, por parte dessa Diretoria, poderei enviar, via postal, outras lições de ciência ambiental (gravação em CD).
Poderei produzir textos e imagens sócio-ambientais, a pedido ou parceria, no sertão e agreste RN e na zona da mata RN-PE e disponho de um acervo razoável sobre a Região Nordestina.

NB: não disponho de Internet banda larga para esse volume de informações.

Com os meus cordiais préstimos e fraterno respeito,

                                                                                     _________________________

                                                                                      Damião S. de Medeiros


Carta aberta  21.

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