quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Educação ambiental.

Nesta imagem vendo-se (a cerca de) a 500m um espelho d´água, e mais para baixo uma pequena mancha de plantas verdes; esta pequena introdução é para explicarmos que neste ângulo de visão fotográfico, a área mais baixa é a nascente de um riacho que tem uma parede de terra, do que seriam açudes, á média de 200 metros uma da outra; mas a matemática que envolve a construção desses pequenos açudes, chamados de barreiros, é absolutamente incompatível com a atual ofertas de chuvas no semiárido, de tal forma que dos 8 barreiros, enquadrados neste ângulo fotográfico, e nesse riacho, apenas um (do espelho ) tem uma poça de lama, por que  é o 1º a partir da nascente; essa área  representa 10% do RN que recebeu oferta (500mm) média de chuvas em 2.013; se essa bacia (do riacho) tem 4 km², e se cada  km² recebeu 500.000 m³, seriam 2.000.000 m³ de água das chuvas precipitadas; nenhum dos 8 (prováveis) açudes tem capacidade para armazenar mais que 100.000 m³; Enquanto isto para a comunidade científica (??????) BR se cada açude tem capacidade de armazenar 100.000 m³, os 8 açudes armazenariam 800.000 m³, que nos 4 km² da bacia do riacho - 800.000: 4 = 200.000 m³ de água das chuvas, por km², ou 200mm de chuvas; a matemática da engenharia BR não "fecha a conta" com as Leis da Natureza; mas é justo e necessário INFORMAR que em 2.013 o governo federal  promoveu e executou milhares desses barreiros no agreste e sertão RN, com a alegação de que é para enfrentar a seca, obras da indústria seca, dinheiro público para financiar a corrupção. Se a comunidade científica soubesse captar e armazenar, sem perda, sem fuga, sem contaminação, a água doce, tal qual vem das nuvens, nesses 4 km²  cobertos pelo ângulo de nossa câmara fotográfica, seriam suficiente para abastecer uma população de 800.000m³ : 20 m³ = 40 mil habitantes, por ano; soluções inteligentes para se extirpar a seca NE que o governo (as BESTAS) e a comunidade científica (as MULAS) não querem ENTENDER; a seca nordestina é cultural, artificial.