quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Educação ambiental.

Nesta fotografia em primeiro plano, capim nativo, seco, morto, que nasceu nessa área do agreste RN com as chuvas de abril (e continuação) 2.013, mas tem ciclo de vida curto; nessa condições não tem qualquer utilidade como alimento do gado,  e corre o risco de sofrer um incêndio; em segundo plano se vê o capim elefante plantado em 2.012, que recebeu mais de 450mm de chuvas em 2.013 (até agosto 2.013), que está seco, morrendo por falta de água, quando deveria viver (com solo úmido) 5 anos, permitindo-se um corte, colheita de capim, a cada 180 dias, com até 4m de altura, podendo produzir 160.000 kg por hectare, 320.000 kg de masa orgânica por ano; em postagem de hoje mostramos " Á Água na Região Nordeste Brasileiro",  tecnologia, inédita na Terra, de se captar e se armazenar água doce das chuvas para se fazer agropecuária nos 365 dias do ano; esta imagem mostra a diferença entre o NADA, em termos de produção de alimentos para o gado (massa orgânica seca, morta)  e a produção de ração do gado, e lavoura  que se teria captando-se e armazenando-se os 4.500 m³, ou 4.500.000 litros de água por hectare em 2.013, nesta área do agreste RN. É a diferença entre a morte e a vida.