terça-feira, 4 de março de 2014

Educação ambiental.

O Nordeste BR com 1.561,115 km² tem um semiárido natural, chamado caatinga, com 250.000 km²; tem 40.000 km² de semiárido no MA, que a exemplo da caatinga é semiárido natural; mas o semiárido NE já tem 930.000 km²; o semiárido artificial de 640.000 km², criado pela estupidez intelectual BR, cresce todos os anos, com  o patente analfabetismo científico brasileiro; mas o sertão de 500.000 km², em 8 Estados do NE, que tem as caatingas inseridas, está se transformando em deserto, por conta do desequilíbrio ambiental; nos últimos  200 anos o governo federal investiu maciçamente no NE, criando o DNOCS, SUDENE, Bando do Nordeste,Etc, Etc,  supostamente para diminuir a agressividade da seca, que na realidade é cultural; o Brasil é, comprovadamente, o país do faz de conta: nada cria, tudo copia, e transforma mal; nenhuma obra feita pelo governo federal no NE trouxe os benefícios preconizados na proposta; mas o BR também é a república das bananas, onde a corrupção funciona em todas  as camadas sociais, principalmente na elite governamental ( como acontece nas escolas do futebol e do carnaval); 60% dos recursos APLICADOS no NE pelo governo federal, foram pelo ralo,  criando as grandes fortunas que hoje ostentam poder; inicialmente os recursos eram desviados pelo DNOCS, depois pela Sudene e banco do NE, mas o governo encontrou uma forma de alimentar a corrupção na base da piramide social: com a construção dessas obras de fantasia, supostamente para captar e armazenar água das chuvas, a exemplo do barreiro trincheira, cuja denominação deve ter relação com as trincheiras que os soldados escavavam, como proteção dos projetis diretos do inimigo; na realidade essa MERDA não tem qualquer utilidade; barreiro trincheira, barragem subterrânea, barraginha, tanques, que temos mostrados ás centenas, mas são centenas de milhares, começam a alimentar a corrupção nos  ministérios da fome, da desintegração nacional; depois vem as secretarias dos Estados NE e prefeituras, e finalmente os dirigentes dos sindicatos rurais e presidentes das associações de agrovilas; do INCRA.

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