A "aguada" feita pelo pecuarista nordestino para seu gado beber é um caldo grosso, fedorento a barro e excrementos; quando o bicho (nome carinhoso, ou de desprezo, que o pecuarista dar a seu gado) bebe já se se forma um tijolo na barriga; para à mentalidade do pecuarista o que sobrar dessa desgraça é lucro.
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