quarta-feira, 5 de março de 2014

Educação ambiental.

Agora no agreste RN, que tem 7.000 km², mas o agreste NE tem 50.000 km², uma faixa de terras com 50 km a 70 km de largura que vai de Bentos Fernandes-RN ao Estado da BA; o agreste é  semiárido artificial; enquanto o sertão RN foi usado para a criação de gado bovino, o agreste foi usado para a agricultura intensiva; No sertão RN as várzeas dos rios, as melhores terras agrícolas do NE, foram usadas para agricultura, enquanto os cerrados e as caatingas foram pasto para o gado; para os campos de pastagens no cerrado a vegetação nativa, árvores e arbustos, mata densa, verdadeiro cerrado brasileiro, foi sumariamente eliminada, enquanto na caatinga, clareiras com 200m² abertos, sem arbustos ou árvores, não há o que se desmatar; a extinção da vegetação na caatinga, sertão, aconteceu na vegetação rasteira, quando a agropecuária intensiva eliminava as plantas, pasto, antes que produzissem sementes, até não haver sementes de pasto para nascer; nesta fotografia, do agreste, se vê uma área totalmente desmatada, sem árvores ou arbustos, porém se vê plantas rasteiras, gramíneas; o gado não consegue acabar; o solo do agreste tinha espessura de mais de um metro, produzindo muito pasto todos os anos, e as sementes abundantes, enterradas, germinam todos os anos; nesta fotografia se vê um terreno ondulado, que decorridos tantos anos NU, perdeu a maior parte do solo, e a tendência é que em poucos anos não nasçam plantas, mesmo que chova; quer dizer: se não bastasse a redução na oferta de chuvas, também não terá solo, 2 elementos em desequilíbrio, passando a condição de deserto - escassez de vida; ainda há tempo e condições para que o processo de desertificação seja revertido.

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