quinta-feira, 6 de março de 2014
Educação ambiental.
A palma, um cacto, foi trazida dos desertos secos das Américas, onde são plantas endêmicas; no NE semiárido existem dezenas de cactos nativos - xiquexique, cardeiro, ou mandacaru, facheiro, coroa-de-frade, palmatória; a palma foi trazida como forrageira, alimento do gado no verão, e por ser uma planta de deserto seco, onde a oferta de chuvas varia de 10mm ao ano até 300mm/ano,com solo pobre, arenoso, baixa umidade do ar, no NE a palma encontrou o Paraíso: oferta média de chuvas de 500mm/ano, umidade do ar maior que 50%, solo rico em nutrientes minerais; durante 50 anos a palma foi a salvação do gado NE; no início do Século XXI a oferta média de chuvas no semiárido já estava reduzida para 300mm/ano, a umidade do ar foi reduzida para 30%, o solo exaustivamente explorado, NU, perdeu massa de terra pela erosão, e perdeu nutrientes minerais; quer dizer: o clima que era semiárido se enquadrou como clima de deserto; a palma já aclimatada ao clima de semiárido não tolerou as novas condições, surgindo várias doenças que a levam à morte; embora seja uma planta que durante a época das chuvas armazena muita água no corpo, o período do verão cresceu, chegando a 240 dias de secura, onde nenhuma planta aguenta; a exemplo dos animais, planta necessita de água todos os dias; a coleta de nutrientes minerais do chão só pode ser feita com solo úmido; se o solo está seco, a planta tem de liberar água do corpo, pelas raízes, para a coleta dos micronutrientes minerais e orgânicos, desidratando-a que, enfraquecida atrai as doenças de pragas de insetos e microrganismos; o Sol intenso, o vento seco concorrem para a desidratação da planta;
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