sábado, 31 de agosto de 2013

Educação ambiental.

Ainda na fazenda Serra Branca, Riachuelo-RN, a cisterna recém construída na área que fora ocupada por uma casa derrubada; vendo-se a cisterna de placas de cimento, de 16 m³,  do projeto do governo federal; vendo - se a bica no beiral, e o cano de esgoto de 100mm que liga a bica à cisterna; seria para captar a água da chuva que se precipita no telhado da(s) casa(s), no tempo das chuvas; Em dezenas de outras postagens temos mostrado que o telhado das casas do Nordeste tem mais sujeira do que no chão: tem areia, matéria orgânica decomposta (excrementos e animais mortos) - estrume; tem sementes trazidas para o telhado nas fezes dos animai; tem folhas de plantas trazidas pelos vento; MAS diferente do chão, o telhado da casa do Nordeste é a área mais densamente povoada por animais no Nordeste, não só por que as telhas coloniais (em forma de arco) dispostas no telhado proporcionam abrigo e proteção, mas por que na casa do Homem há comida, inclusive sangue (do seu corpo) abundante para os insetos hematófagos; não é por acaso que a doença da dengue SÓ EXISTE nas cidades, vilas, nos aglomerados humanos; a casa do Nordeste tem todos os tipos de insetos e de microrganismos; tem cobras, ratos, morcegos, pássaros; a densidade desses seres vivos da casa do Homem é milhares de vezes maior do que no restante da área dessa Região; a telha colonial, de argila queimada, barro, é muito porosa, onde se acumula todo tipo de sujeira, principalmente os excrementos; embora a água das chuvas (pressão) arraste (por gravidade) parte dessa sujeira para baixo; jamais faltará matéria decomposta, veneno da lavoura (todos os anos tem veneno na lavoura) trazidos para o telhado por agentes físicos e biológicos; jamais faltarão insetos, microrganismos, ratos, cobras no telhado da casa do Nordeste; Contra a FORÇA bruta, estúpida, imposta pelo poder político-administrativo esses argumentos científicos não surtem efeito, mas contra a MORTE?