segunda-feira, 27 de maio de 2013

Educação ambiental.

Pinhão brabo - Jatropha curcas, arbusto muito bem servido de clorofila está sempre verde - caule, galhos e folhas; por ter muita água no corpo rebrota facilmente quando tem seus galhos cortados, da mesma forma que "pega" facilmente quando enterrado criando raízes, podendo assim ser empregado como "cerca verde"; nenhum animal come suas folhas altamente tóxicas; só nasce em solo denso, de preferência junto às lagoas, e até dentro da represa (rasa) da lagoa, ou junto da represa de açudes; pode-se dizer que o pinhão brabo não seria útil no semiárido, mas temos a acrescentar que as abelhas colhem o néctar de suas flores; libera folhas secas (por caducidade) repondo os nutrientes á terra, estrumando-a; respira e transpira, contribuindo com umidade do ar, Etc; Mas o pinhão tem uma utilidade desconhecida da comunidade científica: No semiárido NE tem um lagarto chamado tejuaçu que é inimigo nº 1 das cobras venenosas, particularmente da cascavel; o tejuaçu não gosta da cascavel por que os 2 moram em buracos de formigueiros, no chão, onde o tejuaçu levaria desvantagem ao adentrar em casa já ocupada pela cascavel, ou se a cascavel entrar no buraco já ocupado pelo "teju"; o tejuaçu sempre procura o encontro com a cascavel ao ar livre, mas não a afrentará se não tiver um pé de pinhão brabo, próximo; o tejuaçu ataca a cascavel dando chicotada com a cauda (rabo comprido), e quando a cobra o morde ele corre até o pinhão bravo e dar uma mordida no caule sugando líquido de cor marrom (chamado de leite de pinhão no NE), e volta ao ataque da cobra, curado; o leito do pinhão seria um antídoto para veneno de cobras? Outra utilidade do "leite do pinhão" é a cura de verrugas, antisséptico e cicatrização de feridas infeccionadas.