sexta-feira, 31 de maio de 2013

Educação ambiental.

Tudo o que mata insetos e microrganismos mata também a gente; é só uma questão de DOSE e/ou de tempo; Fotografia do dia 30 de maio de 2.013, vendo-se o agricultor do semiárido nordestino injetando, com uma bomba (nas costas), veneno no solo, no ar, na água, e em si mesmo, com o objetivo de matar as lagartas, pela segunda vez este ano, que comem a lavoura de milho e feijão, logo que nasce; mesmo que a lagarta não comesse, a probabilidade de que essa agricultura dê certo é bastante remota; em suma: sua ação tem, na prática e na teoria, uma finalidade: envenenar, envenenando-se; mas essa sua atitude é comum em todo o Brasil, inclusive na chamada comunidade científica envolvida com as atividades agropecuárias; resta acrescentar que as pragas de lagartas, gafanhotos, grilos, formigas são mais intensas no semiárido por que as chuvas são de baixa precipitações, e o intervalo entre duas chuvas pode chegar a 15 dias; DURANTE as chuvas a borboleta não voa, a lagarta não come, a formiga não anda; Uma chuva de 10mm, 10L/m² destrói todos os insetos, incluindo moscas, abelhas, mosquitos; A agricultura inteligente e produtiva no semiárido só é possível captando-se no período das chuvas, e armazenando-se essa água doce das chuvas, dentro ou junto do roçado, para fazer agricultura no verão de 8 a 11 meses, quando não tem pragas de insetos, e não há doenças causadas por microrganismos; É impossível que  os venenos empregados na agricultura brasileira não invadam o alimento produzido, grãos - legumes, cereais, frutas, hortaliças, cana-de-açúcar, já que os venenos, elementos estranhos, estão presentes indefinidamente no solo, na água e no ar.